( Traveller )
Teletransporte é possível?
Sempre imaginei que seria uma facilidade incrível pra todo mundo viajar de um ponto a outro sem ter perdido tempo algum, (apenas eu não vejo vantagem, mais apenas em algumas viagens por gostar de observar a paisagem e tudo a minha volta).
O teletransporte como vemos em filmes de ficção cientifica ainda está longe de acontecer, em 1993 foi criada a primeira teoria sobre a possibilidade de transportar partículas instantaneamente de um ponto a outro, tendo tido sucesso em laboratórios apenas em 1997, onde físico inglês Samuel Braunstein conseguiu transportar fótons de luz.
Acontece que, em 2009, físicos da Universidade de Maryland, nos EUA, conseguiram fazer o mesmo feito, com um íon do metal itérbio, ou seja, já se tornou possível fazer o procedimento não apenas com a luz, mais com matéria.
É obvio que a escala das partículas é infinitamente pequena, para coisas que a maioria das pessoas consideraria relevante, como transportar uma maçã por exemplo. Mais considere as possibilidades: este pode ser o inicio de tudo.
O procedimento é muito simples na teoria, a melhor forma seria não transportar, literalmente, todas as partículas que compõem os átomos e a matéria, mais sim as características e informações próprias, transformadas em dados e enviadas para outra máquina, que pegaria as informações, reuniriam as partículas e átomos correspondentes, e reconstruiria a estrutura usando os dados recebidos.Ou seja você veria o original se desintegrando, e surgindo uma cópia idêntica em outro lugar. Isso faz parte do fenômeno de Emaranhamento, onde uma partícula pode estar ligada a outra mesmo a distancia, e se alterar uma, a outra imediatamente se altera também, mais não vou afundo nesse fenômeno, neste post.
Na pratica, é bem mais complicado por conta do escâner a nível molecular: nenhum computador suportaria uma quantidade tão grande de informações pois todos os átomos do “objeto” devem ser lidos e transformados em informação. Exemplificando a grandeza desse feito, se for fazer isso com os átomos de um ser humano, a quantidade de átomos transformados em informação seria aproximada a 100.000.000.000.000.000.000.000.000.000. (sem exagerar, o numero 1 e 29 zeros atrás )
Então, sim, o teletransporte é possível, mesmo que ainda seja um sonho distante, que ainda levará anos de pesquisas e testes. Quem sabe não consigam algo ao produzirem o Computador Quântico?
28 de dez. de 2012
27 de dez. de 2012
Quando encontrei meu Anjo (2/3)
Já estava na hora. Saí da festa e fui me posicionar a espera de Cloud com Marco.
O vestido longo e justo me incomodava, era uma pena o que eu estava prestes a fazer com um vestido tão caro, mas eu o rasguei. Rasguei pouco acima do joelho e recarreguei a snipe.
Não era muito comum Cloud se atrasar minutos que fossem, mas daquela vez chegou a preocupar.
Onde ele estava?
De repente apareceu no jardim aquela figura alta de smoking, com uma mascara preta. Mas não era Marco, era Cloud. Dando de ombros e balançando a cabeça negativamente. Respirei fundo e deixei o ar sair de uma vez. Alguém tocou meu ombro. Uma mão fria e cuidadosa. Gelei totalmente. Tinha medo de quem poderia ser. E o pior, é que era. Apesar de todo medo e vontade de correr, não dei se quer um passo. Apenas o encarei.
─ Quem? ─ Ele não estava perguntando meu nome, muito menos me chamaria para sair.
─ Não me intrometo nisso, só ajudo meu parceiro ali. E é a primeira vez que alguém estraga nosso plano. ─ Cuspi as palavras em um tom de raiva e inconformação.
"Merda!Merda!MERDAA!" eu gritava comigo mesma em pensamentos turbulentos.
Eu apenas não sabia o que fazer.
─ Uma moça tão bela não deveria andar com um armamento tão...
─ É sexy.
─ Olhando de perto... ─ Ele tombou a cabeça e sorriu ─ É!
Eu ainda não estava com um humor tão bom para rir.
─ Tudo bem, eu dou o dobro do que a pessoa iria te pagar se você matá-la. Faria isso por mim? ─ Ele fez um bico ─ Pelo menos pela grana você tem que aceitar!
O que? Como assim? Aquilo me pegou desprevenida. Devo ter ficado entre cinco e dez minutos calculando... Mas espera... Quanto eu ia ganhar?
Foi quando algo acertou o rosto de Marco. E aquele "algo" era o punho de Cloud. Tentei pará-lo, mas só consegui falar sobre a proposta depois que ele levou dois socos no estômago, um no rosto e um chute que parece ter quebrado seu joelho. Pelo menos Cloud escutou com atenção.
Marco nos levou para dentro para conversarmos. Sentamos em um tipo de sala de estar no segundo andar e fomos servidos com vinho e petiscos.
─ Geralmente as pessoas me amam. Quase me adoram por eu ser quem sou. Mas de tempos em tempos sempre tem que aparecer um revoltado... ─ Ele resmungava ─ Foi assim em 1776, 1850, 1965, 1997 e agora...
Cloud e eu nos entreolhávamos enquanto Marco falava e tomava seu vinho.
─ Parece que humanos nunca aprendem...
Ele levantou e retirou o smoking, passando a desabotoar a camisa branca social que tinha por baixo.
─ Sabe o que são Nephillins? ─ Ele perguntou, mas pareceu retórico... Ou talvez ele falasse sobre algo distante demais do meu universo ─ São filhos de anjos com humanos. Bem, foi muito complicado se adaptar por tanto tempo e seria um desperdício me matar agora.
Cloud arregalou os olhos, mas foi por pouco tempo.
─ Não senhor Cloud. Não sou um Nephillin. Na verdade, sou um anjo. E minha missão aqui é acabar com sua existência. Eles são um perigo para todos, sabe?
Então Cloud deixou o queixo cair. Enquanto eu não me dava por convencida tão fácil.
Meu ceticismo porém tinha um limite, e esse limite foi atingido quando o homem em minha frente retirou a camisa e abriu suas magníficas asas.
─ Não me mostro assim para pessoas, gosto de mistérios e coisas assim... Por isso o baile de máscaras também. Gostaram do tema? ─ Ele sorria.
Eu mal podia acreditar em meus olhos.
Parece que tínhamos um novo contrato...
Quando encontrei meu Anjo (1/3)
Pra início de conversa...
Eu nunca fui uma garota de muitos valores e virtudes. Não, na verdade eu não tinha valores e virtudes. Não nasci para agradar ninguém além de mim, não nasci para ser o que queriam que eu fosse, e por falta de compreensão dos meus pais quanto a isso, fugi de casa em plenos 16 anos.
E foi nas ruas que encontrei meu destino.
Conheci Cloud no meu aniversário de 17 anos. Um caçador de recompensas e outras coisas... Ele era meio louco, jurava que coisas como vampiros e lobisomens existiam, mas pra mim ele era só um cara de 45 anos que estava começando a ser afetado pela idade.
Vai uma cerveja? Aproveite enquanto não dirige. ─ Cloud sempre parava nos botecos de esquina pra comprar algo. Desde carveja até espumante, ele nunca sabia fazer uma perfeita combinação de bebida e comida. Uma vez vi ele comendo um pacote de cheetos e bebendo uísque. Mas não tinha jeito.
Peguei a lata que ele jogou pra dentro do carro e comecei a seção de bebedeira do dia.
─ Então, eu acho que to precisando de umas roupas novas... O que acha? ─ Olhei-o com o canto dos olhos, e vi ele quase cuspir sua bebida com um riso.
─ Se a intenção é parecer bonita pra um garoto, eu sugiro que ande pelada. ─ Ele sorriu.
Talvez parecesse estranho para ele me ouvir pedir algo como aquilo, já que eu nunca me incomodei com minha calça jeans desbotada, meu all star surrado, minha camisa preta e minha jaqueta para os dias frios. Acho que na verdade ele nunca me vira nem mesmo pentear o cabelo.
Revirei os olhos e dei mais um gole.
─ E o que temos pra hoje?
Perguntei dando uma olhada no estoque de munição.
─ Esse é o cara.
Ele me passou a foto.
Parecia alguém importante. Um rapaz de não mais que 25 anos. Barba mal feita, hmm sexy! Cabelo negro ondulado, pele parda, não mais que 1,85 de altura e... Seus olhos... Eram de um azul diferente, tão diferente que não consegui escapar deles. Azul como o céu à noite. Escuro e brilhante, uma pessoa menos observadora não teria percebido que era azul e acharia que era preto...
─ Se chama Marco.
─ E marca mesmo... ─ Resmunguei sarcasticamente.
Pelo retrovisor vimos outro carro da polícia.
Desde que aquela praga do Nando me viu entrar no carro, a polícia nos segue a mando dos meus próprios pais. As vezes chega a ficar crítico, principalmente quando aparecem viaturas seguindo Cloud por seus crimes também.
─ Merda! Anda logo seu bêbado!
─ Você que manda bebê! ─ Ele riu acelerando.
Esperamos anoitecer e seguimos para a festa.
Seja quem for, quer mesmo esse tal de Marco morto. Até nos deu roupas e convites para a festa de seu aniversário. 24 anos. Eu nunca erro.
Lá estava ele. E nosso plano estava pronto. Esperaríamos o fim da festa e Cloud levaria ele para fora da casa, enquanto eu estaria aguardando da esquina com a arma mirando exatamente entre seus belos olhos.
E tudo estava indo perfeitamente bem.
Uma festa e tanto! Um baile de máscaras... Bem conveniente uma vez que eu nunca erraria o alvo e ninguém descobriria que eu sou a garota desaparecia dos jornais.
Foi quando o relógio marcou 2h da manhã que tudo começou de verdade, o plano estava pronto para ser executado...
Mais um dia, menos um dia
Acordei e olhei pela janela esperando ver um céu azul irritante de tão impecável, mas o que vi foi um amontoado de nuvens. Comecei bem o dia.
Mas o problema é que nem sempre as coisas permanecem do mesmo jeito pelo tempo necessário, e o sol logo apareceu, quase xinguei ele mas não adiantaria nada mesmo...
Assim como o sol que aparece todos os dias para alegria de alguns e desespero de outros, nós nos prendemos a uma rotina dia após dia.
Trabalho, escola, as vezes a igreja entra no meio, e os cursos, e as piadas ficam repetidas, as músicas parecem repetidas, as pessoas começam a ser monótonas, as conversas deixam de ser interessantes, e tudo começa a ficar tão entediante que pra onde você olha vê coisas rotineiras e cansativas. E o pior: Não temos como fugir.
Tudo em volta perde a intensidade, as coisas não nos fazem mais suspirar, nada mais é surpresa. Então, a vida passa a parecer um infinito mar de nada. Nada novo, nada legal, nada que vale a pena, nada que faça rir, nada que faça chorar, nada que tenha graça, nada que seja diferente, nada que seja tudo, tudo é nada.
Então acordamos, nos olhamos no espelho e vemos como estamos cansados. Nem férias mais parecem dar jeito. E aí resmungamos "mais um dia... mais um dia...". Mais um dia para ver as mesmas coisas e pessoas, saber das mesmas notícias, rir do mesmo tipo de piada, ouvir as mesmas músicas, ler os mesmos textos, olhar pela janela e ver o mesmo céu, o mesmo sol...
Talvez não percebamos como a vida vai além da rotina. Ouvimos sim as mesmas piadas vez ou outra, mas nem sempre vem do mesmo amigo. Amigos estão sempre lá, para tentar fazer valer a pena, para tentar quebrar a rotina mesmo que não tenha sucesso, e rir. Rir de uma piada sem graça, rir de um mico, rir de um tombo e depois estender a mão. São gestos diferentes a cada dia.
Não percebemos as vezes que as músicas repetidas sempre marcam momentos únicos, e é por isso que sempre voltamos a ouvi-las.
Talvez não entendamos que tudo passa e as coisas voltarem a acontecer não é ruim é quase uma dádiva poder experimentar duas vezes na vida a mesma sensação.
As vezes não damos o devido valor àquela pessoa que sempre muda as coisas, apenas por que em volta as coisas parecem estar iguais. Na verdade nada está. Apenas nós mesmos nunca mudamos.
Se você está cansado da rotina, mude então a si mesmo, e tudo em volta se tornará mágico outra vez.
Afinal, até o próprio sol quebra sua rotina, nascendo a cada manhã para um novo dia.
Não viva como se fosse mais um dia, viva como se fosse menos um. E aproveite bem cada um deles, percebendo desde detalhes pequenos até grandes, antes que todos os dias se acabem e você peça por mais um dia... Apenas mais um dia.
26 de dez. de 2012
Transtorno de Multiplas Personalidades e afins
Dentre milhões e milhões de pessoas, nós somos escolhidos para carregar um dom que ao mesmo tempo pode ser um fardo pesado demais para qualquer um. O dom da "divisão de alma" é como eu chamo para fazer parecer algo mais interessante e legal.
Muitos já ouviram falar disso, mas nem por isso consideram mais suavemente as pessoas que tem esse... "Distúrbio mental". Alguns dizem que isso é frescura, outros dizem que é falta do que fazer, ainda ha quem diga que é "desculpa", e por não considerar os fatos ou perceber as características essas pessoas causam traumas e distúrbios ainda piores ( como a Fobia Social ou a Sociopatia, por exemplo ).
Foi o que houve comigo, não me tornei nenhum tipo de psicopata ou bipolar, apenas agravaram-se meus problemas. E a partir desse ponto, resolvi que tudo não precisava ser tão difícil, eu só precisava encarar as coisas de um modo mais simples ( que para uns parece loucura de tão complicado rs ).
Criei um mundo dentro de mim, sim, um planeta com, plantas e animais. Com montanhas e mares. Com tu que se tem direito e ainda mais.
E então, criei elas. Aquelas que já existiam em mim. Dei formas a elas, e um lugar aconchegante para ficarem.
Até me acostumar posso ter parecido uma louca esquizofrênica ou coisas do gênero, mas enfim me acostumei.
Não me sentia sozinha quando estava conversando com elas, cedia o espaço de meu corpo e minha mente para cada uma. Criei esquemas para renová-las, e então quando dei por mim, eu já não era uma única pessoa vivendo uma vida; eu era várias pessoas dividindo uma vida com diferentes tipos de experiencias e acontecimentos.
É assim que todos nós acabamos nos vendo um dia. Pessoas dentro de pessoas. Dividindo a mente e o corpo, dividindo a vida que foi dada para um único ser humano e acabou sendo repartida entre dois, três, quatro, ou as vezes muitos mais.
No meu caso foram apenas quatro. Sendo uma minha primeira "segunda personalidade", ainda sem forma. Que apareceu quando eu ainda tinha apenas 3 anos. Me lembro pois também foi o ano em que aprendi a ler.
Ela via como as coisas eram e apareceu uma vez apenas para pedir a minha mãe que ficasse por mais um tempo em casa.
Ela não pedia espaço, nem queria aparecer. Não gostava das pessoas, de como elas agiam, de como faziam sempre as mesmas coisas, como todas pareciam tristes ou irritadas.
Quando mais nova eu a chamava de May. E um dia descobri uma personagem bem parecida com ela, e com o mesmo nome.
Ela nunca quis crescer, queria ser sempre uma criança, mas a vida é quem dita as regras, e isso não foi possível, e ela cresceu. E com isso, o espaço para mim foi diminuindo.
Após muitas discussões com ela, percebemos que havia outras além de nós dentro de mim. Uma bem estressadinha, uma que parecia mais velha e as vezes era bem chata fazendo piadas, e uma que estava sempre feliz e enchia o saco pra conseguir tudo que queria. E acabamos dando formas a elas.
Missy foi a primeira que criamos( a velha chata e piadista ). A ruiva que também tinha dupla personalidade.
Então graças a isso ela foi dividida em duas, ganhando uma irmã chamada Lilith ( A responsável pela velhice, rs ).
A segunda foi a Smileniece. Senhorita Smile ou as vezes só Niece. A sorridente e mimada.
Então veio a Mieko ( que primeiramente foi apelidada de Melissa ).
E hoje em dia ainda existem mais...
Depois que as criei, só tive problemas, rs. Mas a maioria não foi por culpa delas, apenas por causa das pessoas ignorantes ao redor.
Queria me desculpar com os amigos que magoei por ser fraca demais pra administrá-las no começo, mas no fundo, ainda não fiz por não me sentir culpada...
Song of the Lonely Mountain - o Hobbit
( Livup )
Far over the misty mountains rise
Lead us standing upon the height
What was before we see once more
Is our kingdom a distant light
Fiery mountain beneath a moon
The words aren’t spoken, we’ll be there soon
For home a song that echoes on
And all who find us will know the tune
Some folk we never forget
Some kind we never forgive
Haven’t seen the back of us yet
We’ll fight as long as we live
All eyes on the hidden door
To the lonely mountain bourne
We’ll ride in the gathering storm
Until we get our long forgotten gold
We lay under the misty mountains cold
In slumbers deep, and dreams of gold
We must awake, our lives to make
And in the darkness a torch we hold
From long ago where lanterns burned
Until this day our hearts have yearned
A fate unknown, the arkenstone
What was stolen must be returned
We must away thee break of day
To find our song for heart and soul
Some folk we never forget
Some kind we never forgive
Haven’t seen the end of it yet
We’ll fight as long as we live
All eyes on the hidden door
To the lonely mountain bourne
We’ll ride in the gathering storm
Till we get our long forgotten gold
Far away the misty mountains cold.
Lead us standing upon the height
What was before we see once more
Is our kingdom a distant light
Fiery mountain beneath a moon
The words aren’t spoken, we’ll be there soon
For home a song that echoes on
And all who find us will know the tune
Some folk we never forget
Some kind we never forgive
Haven’t seen the back of us yet
We’ll fight as long as we live
All eyes on the hidden door
To the lonely mountain bourne
We’ll ride in the gathering storm
Until we get our long forgotten gold
We lay under the misty mountains cold
In slumbers deep, and dreams of gold
We must awake, our lives to make
And in the darkness a torch we hold
From long ago where lanterns burned
Until this day our hearts have yearned
A fate unknown, the arkenstone
What was stolen must be returned
We must away thee break of day
To find our song for heart and soul
Some folk we never forget
Some kind we never forgive
Haven’t seen the end of it yet
We’ll fight as long as we live
All eyes on the hidden door
To the lonely mountain bourne
We’ll ride in the gathering storm
Till we get our long forgotten gold
Far away the misty mountains cold.
Ao longe as montanhas nebulosas surgem
Nos leva em direção as alturas
O que foi anteriormente nós vemos mais uma vez
É o nosso reino uma luz distante
Montanha de fogo aos pés da lua
As palavras não são faladas, nós estaremos lá em breve
Para casa uma canção que ecoará
E todos os que nos encontrar irão saber a melodia
Algumas pessoas nós jamais esquecemos
Alguns tipos nós nunca perdoamos
Não vi a nossa parte de trás ainda
Nós iremos lutar enquanto vivermos
Todos os olhos na porta escondida
Para a montanha solitária
Iremos cavalgar na chuva que nos apanha
Até chegarmos ao nosso ouro há muito esquecido
Nós deitamos sob o frio das montanhas nebulosas
Em sono profundo, e sonhos de ouro
Temos que acordar, nossas vidas para fazer
E na escuridão uma tocha temos que sustentar
Desde muito tempo, onde lanternas queimaram
Até este dia os nossos corações têm ansiado
Um desconhecido destino, a pedra arken
O que foi roubado deve ser devolvido
Temos de longe te romper do dia
Para encontrar a nossa música para o coração e a alma
Algumas pessoas nós jamais esquecemos
Alguns tipos nós nunca perdoamos
Não vi a nossa parte de trás ainda
Nós iremos lutar enquanto vivermos
Todos os olhos na porta escondida
Para a montanha solitária
Iremos cavalgar na chuva que nos apanha
Até chegarmos ao nosso ouro há muito esquecido
Ao longe o frio das montanhas nebulosas.
Algo a se pensar
Pensamos em tudo. Pensamos 24 horas por dias, 7 dias por semana, 4 e as vezes 5 semanas por mês, 12 meses por ano desde que nascemos até o dia de nossa morte.
Pensamos no que passamos, no que estamos a passar, no que passaremos e no que não passaremos. Pensamos no queremos e também no que não queremos pensar. Então descobrimos que não temos controle sobre nossos próprios pensamentos.
É algo mais a se pensar desde que sabemos que não pensamos por querermos, e então ficamos a pensar "Por que não escolho no que quero ou não pensar?"
Tentamos e tentamos, pensamos que vamos conseguir, mas logo entramos em outras linhas de pensamento.
E pra que serviria o ser humano se não para pensar?
Tudo que criamos, tudo que copiamos, tudo que fazemos e as escolhas que tomamos, as decisões, o que as vezes erramos, os motivos que nos fazem rir e os que nos fazem chorar, tudo é pensamento. Tudo é incontrolável. Tudo é algo para se pensar.
( Livup )
Fim de ano
Com o fim do ano vem um novo. Um novo começo, um novo ano, um novo sonho, novos objetivos.
Que um dia chegarão ao fim, trazendo novos momentos, novas paixões, novos ideais, uma nova história.
Que o fim desse ano seja o começo de um ano melhor, com mais amor, paz, felicidade e liberdade. Liberdade de expressão, liberdade para amar, liberdade para ser, liberdade para sonhar. E então quando o ciclo chegar ao começo outra vez, que tudo se intensifique ainda mais.
Boas festas!
Que um dia chegarão ao fim, trazendo novos momentos, novas paixões, novos ideais, uma nova história.
Que o fim desse ano seja o começo de um ano melhor, com mais amor, paz, felicidade e liberdade. Liberdade de expressão, liberdade para amar, liberdade para ser, liberdade para sonhar. E então quando o ciclo chegar ao começo outra vez, que tudo se intensifique ainda mais.
Boas festas!
Além de mim
Faz algum tempo que não tenho tempo. Não tenho tempo para desenhar, escrever, nem pra pensar.
Tento de todas as formas possíveis, mas não tem jeito... O tempo me largou e deixou a preguiça no lugar.
Fazer o que?
De tanto tempo aqui dentro sem tempo para mim mesma comecei a sentir a agonia da solidão. Eu não tinha ninguém além de mim, nada além de mim, apenas eu em um grande espaço vazio e branco. Uma verdadeira sala para loucos.Então eu fiz aquilo que agora é uma nova versão de algo que já havia há muito tempo. Sou eu mesma, eu mesma com outra forma, feita sob outra precisão, com outras medidas e outros ideais. No fim, ela não parece eu.
Gostei de tê-la por perto. Ficávamos por horas conversando conosco, mas um dia acabou-se o assunto.
Não havia então nada além de nós, e do nosso silêncio. Nada além de duas de mim.
Então entendi que o que eu precisava era alguém diferente de mim, mas me recusei a procurar fora do meu mundo branco, apenas criei. E foi uma bela criação.
Alguém com outros desejos, outros objetivos, outras paixões, outra personalidade.
Criei alguém que iria além de mim muito em breve. Mas então nos desentendemos, e eu criei outra para ir além daquela que criei há tão pouco tempo.
E quando dei por mim, eu estava criando ciclos e vícios. Criando varias pessoas em mim. Foi quando parei, mas não por muito tempo.
Escolhi 3 moldes, eu não queria voltar para a solidão, e destruí todos os outros.
E no fim, estas outras que existem dentro de mim são o suficiente... Por enquanto.
15 de out. de 2012
Que você se...
Que Você Se
Pedra Letícia
Tudo que você me fez eu lhe desejo em dobro
Você vai pagar por tanto desaforo
De lhe ver sorrir enquanto eu chorava em vão
Eu quero que você se dane
Que você se lasque
Que você se engasgue
Que você se engane
Que você me chame pra que eu possa dizer não
Eu quero que seu carro quebre
Que seu peito caia
Que a chuva estrague seu dia de praia
Que um prego rasgue a sua minissaia
Que seu novo amor no final te traia
Que você tropece
Que você trupique
Que se estrumbique e dê o seu chilique
Que você comece, depois perca o pique
Que alguém copie o seu vestido chique
Eu quero que você se dane
Que você se lasque
Que você se engasgue
Que você se engane
Que você me chame pra que eu possa dizer não
Eu quero que o seu time perca
Que o seu voo atrase
Seu café esfrie
Que você não case
Seu melhor perfume pela tampa vase
Que lhe falte voz pra completar a frase
Que você se estrepe
Que você se estranhe
Que você não ganhe
Que lhe fure o estepe
Que lhe falte gás no seu refrigerante
Que nunca mais cante
Que nunca mais trepe
Eu quero que o seu time perca
Que seu voo atrase
Seu café esfrie
Que você não case
Seu melhor perfume pela tampa vase
Que lhe falte voz pra completar a frase
Que você se estrepe
Que você se estranhe
Que você não ganhe
Que lhe fure o estepe
Que lhe falte gás no seu refrigerante
Que nunca mais cante
Que nunca mais...
Quero que o seu time caia
Que seu peito vase
Que seu novo amor no final se atrase
Você seja estepe, você seja amante
Que nunca mais cante
Que nunca mais trepe!
--------------------------------x--------------------------------
haha voltei \o>
8 de set. de 2012
3 de set. de 2012
2 de jun. de 2012
Não me diga o que fazer.

De que me serve toda a sabedoria?
De que me serve toda a satisfação?
De que me serve todo o amor?
De que me serve ter compaixão?
Quero esquecer quem fui. Quero esquecer quem acharam que sou.
Quero esquecer o que fiz. Quero esquecer o que quis.
Quero deixar todo o juízo. Quero deixar todas as regras.
Quero deixar sentimentos. Quero deixar emoções.
Quero me livrar de cada sensação. Quero me livrar de cada impressão.
Quero me livrar de meus pensamentos. Quero me livrar de meus objetivos.
Quero ser o que nunca me deixo ser. Quero fazer o que não me permitem querer.
Quero me perder pra me encontrar. Quero me afogar para aprender a respirar.
Quero morrer para nascer de novo. Quero nascer para morrer novamente.
Quero sonhar que estou sonhando em um sonho. Quero pensar que estou dormindo de olhos abertos.
Quero acordar estando acordada. Quero abrir os olhos para ver o escuro.
Quero me esconder para me procurar. Quero adoecer para me preocupar.
Quero fechar as portas para passear nos corredores. Quero abrí-la para sair de fora.
Quero sumir por buscar. Quero buscar até sumir.
Quero envelhecer até o primeiro ano. Quero voltar até meu último momento.
Quero chegar ao começo. Quero partir do fim onde não cheguei.
Quero ver o sol de perto. Quero puxar a lua para o dia.
Quero as estrelas ao meu lado. Quero as nuvens dançando comigo.
Quero entrar dentro de mim. Quero sair de dentro dele.
Quero voltar a ser quem fui. Quero lembrar o que acharam de mim uma vez.
Quero fazer o que já fiz. Quero saber o que quero.
Quero recuperar a sagacidade. Quero receber os mandamentos.
Quero sentir na pele o ódio. Quero sentir nos ossos a alegria.
Quero pensar até fritar o cérebro. Quero alcançar cada planeta.
Quero falar pra todos os ventos. Quero autenticar todos os atos.
Quero encontrar a luz das trevas. Quero decepar o que sobrou.
De que me vale toda ignorância?
De que me vale todo o prazer?
De que me vale todo desprezo?
De que me vale ter malícia?
Cálice (Pity / Chico Buarque)

Como beber dessa bebida amarga?
Tragar a dose, engolir a labuta?
Mesmo calada a boca, resta o peito
Silêncio na cidade não se escuta
De que me vale ser filho da santa?
Melhor seria ser filho da outra
Outra realidade menos morta
Tanta mentira, tanta força bruta
Pai, afasta de mim esse cálice
Pai, afasta de mim esse cálice
Pai, afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue
Como é difícil acordar calado
Se na calada da noite eu me dano
Quero lançar um grito desumano
Que é uma maneira de ser escutado
Esse silêncio todo me atordoa
Atordoado, eu permaneço atento
Na arquibancada pra a qualquer momento
Ver emergir o monstro da lagoa
Pai, afasta de mim esse cálice
Pai, afasta de mim esse cálice
Pai, afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue
Cálice, cálice, cálice
De muito gorda a porca já não anda
De muito usada a faca já não corta
Como é difícil, pai, abrir a porta
Essa palavra presa na garganta
Esse pileque homérico no mundo
De que adianta ter boa vontade?
Mesmo calado o peito, resta a cuca
Dos bêbados do centro da cidade
Pai, afasta de mim esse cálice
Pai, afasta de mim esse cálice
Pai, afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue
Talvez o mundo não seja pequeno
Nem seja a vida um fato consumado
Quero inventar o meu próprio pecado
Quero morrer do meu próprio veneno
Quero perder de vez tua cabeça
Minha cabeça perder teu juízo
Quero cheirar fumaça de óleo diesel
Me embriagar até que alguém me esqueça
1 de jun. de 2012
Desejo

O que dizer? Por que dizer algo? Por que querer dizer algo? Eu não tenho nada a dizer, mas insisto.
As vezes eu queria apenas me trancar no meu castelo de mentiras que criei para mim mesma, onde eu sou a princesa perfeita, vivendo em um reino perfeito, com meu príncipe perfeito, e minha vida inacreditavelmente perfeita... Mas é tanta perfeição que tudo só piora.
A vida não foi feita pra ser perfeita. É difícil. Aceitar a imperfeição, os problemas, as dificuldades, as impossibilidades e as improbabilidades pode ser algo quase fatal. Por isso eu prefiro apenas não aceitar. Mas ainda assim, é algo incerto de se fazer.
Eu as vezes queria ter coragem para enfrentar o mundo. O mundo que só existe na minha imaginação.
Desencontros interiores
Muito tempo se passou desde que eu era eu e ponto.
Eu desaprendi a arte de ser humana e aprendi a arte de atuar. E agora não sei se me arrependo.
O que é se arrepender? Eu achava que não tinha mais jeito. Eu achava que estava no fim. Afundada em minhas próprias mentiras, em minhas mágoas guardadas com todo o carinho, presa às minhas falsas ambições e aos meus objetivos mesquinhos e egoístas.
Eu era o centro dos problemas, o centro das atenções, o centro de tudo, o centro de nada.
Eu realmente estava acabada. Mas como a fênix, resurgi das cinzas como a má garota que sou. Apenas para atormentar meus próprios problemas, e destruir minhas próprias desconstruções. Eu era eu mais uma vez.
Mas então, quem era eu? Eu na verdade não podia ter certeza de que era eu. Eu já havia me perdido de mim mesma há muito tempo. Então como ser eu novamente? Como renascer? Eu não lembrava o que eu queria, o que era importante para mim. Como voltar a existir?
Penso, logo existo.
Então percebo que não precisava voltar a ser eu, mas criar uma nova eu. E foi o que fiz. Restaurando padrões, ambições, objetivos, criando possibilidades e medindo probabilidades. E quando eu achava que estava perfeita, ele apareceu. Ele apareceu e me fez mudar mais uma vez. E novamente, eu não era eu.
Porém, pra que ser eu? Por que ser eu, se eu podia ser ele? Por que não ser nós? Por que ser alguém tão incerto quando a certeza de ser alguém estava bem diante de meus olhos?
Ele me fez pensar que eu não precisava de mais nada.E eu não precisei de mais nada.
Não preciso de mais nada.
Ele me fez acreditar que a vida é bela.
E eu acreditei que a vida é bela.
A vida é maravilhosa.
Ele me ensinou a viver e não reclamar.
E eu estou aprendendo.
Com um dos melhores professores.
Mais uma vez desfiz padrões, nivelei objetivos e ambições, recriei sonhos, modifiquei a realidade à meu gosto, mudei a verdade. Não menti, nem omiti. E finalmente, eu estava livre. Livre de todas as vozes que antes ecoavam de mim para mim, falando comigo mesma no quarto escuro que eu chamava de "lugar para pensar".
Livre dos meus demônios.
Livre de mim e de quem eu descobri que nunca fui.
Livre de quem eu queria ser e de quem eu tentava ser.
Eu finalmente me encontrei pronta.
Pronta para tudo.
Para todos.
Para qualquer coisa, até mesmo para o nada.
Eu estava realizada, e estaria enquanto o tivesse ao meu lado. Por que ele, apenas ele, era o motivo de tudo. Eu estava livre e presa, eu era amante e sofria, eu era verdadeira e omissa, eu era sincera e contida, eu era tudo e nada, por que eu não podia ser certa com ele ao redor.
Ainda assim, sabendo que eu era perfeita, ele me parecia ainda inaucançável. Inatingível. Inigualável. Inabalável.
Então ele se tornou meu forte. Meu porto. Meu chão. Meu céu. E tudo mais que pudesse existir em meu mundo.
E mais uma vez, eu estava presa. Presa por minha própria vontade. Vontade surreal e irônica. Antes eu que lutava por ser eu, por ser livre, por ser feliz...
Agora lutava pra não me lembrar quem fui, pra continuar sendo dele, pra ser... Satisfeita.
26 de mai. de 2012
Meu amor...

Para o meu amor, prometeria me esforçar para ser a melhor pessoa que eu puder.
Para o meu amor, eu daria o mundo.
Para o meu amor, eu queria dar tudo.
Pelo meu amor, eu faria tudo que pudesse.
Pelo meu amor, eu mudaria a geografia mundial.
Pelo meu amor, eu aprenderia a dar o melhor de mim.
Pelo meu amor, eu faria do mundo um lugar mais feliz.
Com o meu amor, eu dançaria pelas ruas da cidade.
Com o meu amor, eu cantaria na chuva rindo do nada.
Com o meu amor, eu viajaria o mundo em uma bicicleta.
Com o meu amor, eu sonharia todas as noites e jamais acordaria.
O meu amor é o que me move.
O meu amor é o que me dá vida.
O meu amor é o que me faz feliz.
O meu amor é minha única alegria.
Então que meu amor nunca me deixe,
Que meu amor nunca me esqueça,
Que meu amor dure pra sempre,
Que meu amor só meu seja.
Mundinho paralelo
Eu as vezes me pergunto, Será que o problema realmente sou eu? Talvez não. Talvez o problema seja eles, elas, ou essas coisas que me cercam. Coisas que agem como algo que não são; que até enganam e conseguem se passar perfeitamente por seres humanos.
Estaria eu imaginando ou tudo ao meu redor é uma mentira?
São mesmo todos pessoas e eu a alien?
Seria eu o robô?
Ou ele estão apenas tentando me confundir?
Eu sei que penso, logo, existo. Mas e se meus pensamentos não forem meus pensamentos no fim? Como eu posso ter tanta certeza de que sou eu mesma quem está pensando?
Parei para me fazer perguntas, e agora já não sei se o que tenho são outra coisa se não afirmações.
Imagino o que se passa na mente de cada um, será que realmente se passa algo? Ou são todos vazios?
As pessoas, eles, elas, essas coisas que me cercam, se dizem sempre certas. Eles, elas, essas coisas que me cercam erram, e dizem que são humanos por isso.
Eu erro também. Sou humana então.
Mas parando para analizar, até mesmo computadores têm falhas.
Então volto à dúvida.
Quem sou eu?
De onde vim?
Onde estou?
Fazendo o que?
Pra onde vou?
Não há quem possa me responder, então tenho que criar minhas próprias respostas, baseando-me na minha própria realidade. E por mais que minha realidade seja paralela ao que é generalizadamente real, me parece verdadeira. Tão verdadeira que me pergunto se estou certa. Sou eu quem está sonhando? Ou eles, elas, essas coisas que me cercam que não sabem que estão em um sono profundo?
Eu não sei.
As vezes ainda tenho a impressão que não estou sonhando, mas sou o sonho.
Sigo com meu mundinho paralelo, criado por respostas e alimentado por dúvidas, sempre na incerteza de que um dia eu vou saber o que de fato é o mundo real.
10 de mar. de 2012
O fim

Seria possivel se conformar com o que vem após o meio?
Existe algo além disso?
O fim.
Ele sempre chega, e isso é triste.
Se pararmos pra pensar...
"Tudo que vai, volta"
Mas para uma coisa voltar... É preciso que ela vá.
Por que para todo começo existe um fim obrigatório?
É difícil se conformar, é difícil aceitar e começar de novo.
"A parte mais difícil do fim, é começar de novo" já dizia uma musica da famosa banda Linkin Park (Waitin' For The End/ Esperando pelo fim)
E o CPM22 também alertava
"É dificil de aceitar,
recomeçar do zero,
levantar e caminhar.
Perceber que quem se ama,
já não se importa com você,
e acordar sozinho ouvindo o som da sua TV" (Não sei viver sem ter você). E por que diabos não prestamos atenção? Por que diabos não damos ouvidos? Por que raios temos que fazer questão de passar por tudo isso?
Talvez seja mesmo melhor se isolar. A felicidade pode ser forjada, mas a tristeza nunca poderá ser escondida.
Mas e se nos isolarmos? Dará mesmo jeito no fim? Realmente não teremos de nos importar com ele?
Eh como a curiosidade de cruzar a ponte, onde é o outro lado? Como é lá? Existe outro lado?
Então eu pergunto "Como é se isolar?" "O sofrimento desaparece?" "É possível ser feliz?" "O que a gente faz depois?"
Todos sabemos que após o começo vem o meio, e após o meio vem o fim. E após o fim? O que vem?
O fim é o fim. O final. O que podemos fazer quanto a isso? Começar de novo é a melhor opção?
O fim chegou pra mim. De diversas formas. "Acabou", "Chega", "Basta", "Enfim...", silencio... E agora, o que eu poderia fazer?
Eu ergo a cabeça e estou pronta para fazer algo notável pela primeira vez na vida, dar uma continuidade ao meu fim. Pois eu sou diferente demais para aceitar a monotonia da rotina da vida. Não cumpro regras, apenas as que faço. E uma das que fiz é "Pra que ser igual a todo mundo se eu sou diferente do resto?", ou seja, a partir daqui, eu adoraria que o destino me deixasse em paz, para que eu pudesse criar a minha definição de fim. Por que pra mim, nem sempre o fim é onde está o ponto final.
(voltei \o/ haha)
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