Já perdi as contas de quantas vezes me vi perdida em um mundo desconhecido. Ironicamente, em um mundo que eu mesma havia criado. Construí barreiras para me protegerem e elas acabaram me prendendo, criei enormes castelos e fortalezas para me fazerem mais forte, e acabei sozinha em um vácuo do qual eu jamais sairia sã. Criei histórias, beijei sapos, esperei príncipes, falei com animais, lutei contra minhas próprias criações. Então um dia larguei os contos de fadas e segui para minha vida, para minha própria vida e meus próprios contos, afinal, eu já tinha bastante coisa para contar.
29 de jan. de 2013
Contos de fadas
Já perdi as contas de quantas vezes me vi perdida em um mundo desconhecido. Ironicamente, em um mundo que eu mesma havia criado. Construí barreiras para me protegerem e elas acabaram me prendendo, criei enormes castelos e fortalezas para me fazerem mais forte, e acabei sozinha em um vácuo do qual eu jamais sairia sã. Criei histórias, beijei sapos, esperei príncipes, falei com animais, lutei contra minhas próprias criações. Então um dia larguei os contos de fadas e segui para minha vida, para minha própria vida e meus próprios contos, afinal, eu já tinha bastante coisa para contar.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário