29 de out. de 2013

A lógica do irreal

Me perdi em Wonderland e me achei na terra do nunca. Simples assim, tão lógico quanto uma partida de xadrez entre lhamas africanas usando botas de viet-congues no sul da Austrália. O relógio bateu à meia-noite, mas o som da festa estava muito alto e não pude ouvi-lo, então acabei tropeçando em meus trapos e sendo excomungada da festa antes mesmo de explicar que não roubei ninguém. As pessoas por aqui são até legais as vezes, como por exemplo a família de pássaros que fizeram um ninho aqui na frente, eles vivem cantando... Deviam ser contratados pela broadway. Ok, eu vou tentar fazer sentido quando estiver explicando por que o irreal é sempre mais lógico. Vou tentar mostrar os dois lados da coisa de forma que não confunda sua cabeça e não te faça rir de mim. Talvez eu consiga te ensinar a ver o mundo irreal com os meus olhos, talvez eu crie lentes irrealíticas pra você... Seria um favor sem igual.... Bem, eu vou tentar por na sua mente como as coisas sem sentido são mais lógicas. Como um coelho de cartola, por exemplo, pode fazer mais sentido que um empresário ou um publicitário. Ou como fadinhas e pó mágico podem ser mais úteis que papel com valor ou pedras e minérios lapidados. Mas primeiro, antes de mais tudo e depois de mais nada, quero que feche os olhos... Fechou? Então agora leia o que seu coração lhe envia por cartas a muito tempo. Esqueça o que sua lógica realista diz, esqueça que você é uma pessoa, esqueça seu cérebro por um instante e pense em uma escala universal... O que você é? O que seus problemas são? De que vale papel com valor? Pra que serve aulas de etiqueta?
Hum... Bem, talvez eu não tenha feito muito sentido... Mas quando falamos do universo, da vida e tudo mais, o irreal é sempre mais lógico. Imagine só, se viver como uma insignificante poeira cósmica menor que um átomo e morrer para se juntar ao resquício de um universo submerso em luzes psicodélicas e fumaça radioativa fizesse algum sentido?
Bem, agora se me dão licença, estou indo ver se encontro onde deixei a cartola do meu ornitorrinco falante.
Obrigada pela atenção, até mais!

13 de out. de 2013

Manual de Sobrevivência: fim de amizade

Não é o fim do mundo! Não é o fim do mundo! NÃO É O FIM DO MUNDO!


Enfim, pode não ser para muitos, mas para mim, o fim de uma amizade pode doer mais que o término de um relacionamento. Até porque, namorado a gente encontra em cada esquina, amigos de verdade não. E não importa qual tenha sido o motivo da briga, nada justifica "finalizar" uma amizade de anos. Maaass... Como diz minha professora do curso "shit happens!" (vou pegar esse lema pra mim hihi).
Bem, shit happens e nós ficamos arrasadas(os). Todos choram. A gente fica semanas relembrando cada momento idiota e até os momentos eureca que passamos com nossa(o) amiga(o), imaginando como ela(e) deve estar se divertindo agora com seus novos amigos e como você agora não tem mais ninguém com quem contar...
O.k. Chega disso! Pra começar, se alguém decide simplesmente não ser mais sua(seu) amiga(o), é porque de fato, nunca foram. E se você percebe que nunca foram, não adiante fazer mimimi que um dia um ou outro vai sair falando as verdades e a magia vai acabar. Não vai ter lembranças, nem histórias que faça a amizade durar para sempre. Talvez porque no fundo, as coisas só tenham sido especiais pra um dos lados...
Pois bem, então levante e pegue caneta e papel, e faça um cronograma. Escreva tudo que aconteceu na ordem cronológica.
Pronto?
Agora jogue na gaveta. E libere sua mente dessas lembranças, para histórias mais divertidas.
Não é porque você acha que eram "best friends forever" que tem que se matar se não estiver mais no cargo. E não é porque você não tem mais aquela pessoa pra contar, que tenha sido exclusivamente culpa sua.
Agora que jogou as lembranças na gaveta, vá para... Qualquer lugar!
Exatamente, qualquer lugar! Anywhere! Seja na internet, ou lugares físicos, vá para um lugar onde nunca foi com certa calma.
Nesse lugar, analise com um "olhar de fora" tudo que já aconteceu na sua vida e tente esclarecer para você quem você é. Só assim você vai poder seguir o próximo passo...
Próximo passo: Conheça pessoas novas. Se aproxime de pessoas que já conhece. Se permita fazer amigos que estavam ali mas você nunca percebeu.
Chame seus "colegas" para uma sessão cinema e filtre - baseado em quem você é - as pessoas que você acha que seria bom ter por perto.
Quem disse que colegas não são amigos?
Existe uma fina linha entre esses dois tipos de relacionamento que se chama "permissão". Ou você permite que a pessoa se aproxime e se tornam amigos, ou não, e continuam como apenas "colegas".
O mais importante que você deve saber desde o início: Não compare! Não há nem nunca haverá quem possa substituir seu(sua) antigo(a) amigo(a), então nada de tentar mudar as pessoas ao seu modo pra que elas sejam quem você quer. Aceitar faz parte. Por isso se conhecer é tão importante, pois só se conhecendo pode-se  ter uma pequena ideia do que vai agradar ou não.
Escolhas erradas, todos fazem, o importante é não se deixar levar. Você não está sozinha(o) só porque não tem quem chamar de "melhor amigo(a)".
E caso tudo der errado, lembre-se: Seu corpo tem milhões de células que vivem apenas e exclusivamente por você, e pra elas, você é o mundo!
/parei.

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É isso ;)
E agora, a pergunta que não quer calar?

O que a raposa diz? -q

8 de out. de 2013

Partes de um todo


De ti não quero um todo, pois também um todo sou eu. De um todo como ti quero pedaços para mim. Pequenos pedaços, que possam me relembrar como se monta em partes um todo. Quero apenas as partes mais importantes, apenas os menores pedaços, apenas as pequenas lembranças de nós dois. De você não quero tudo, apenas um pouco. Um pouco de cada coisa que te faz completo. Uma música, uma foto, uma piada, um sorriso. Quero detalhes, e os quero como se fossem paisagens inspiradoras de uma eternidade íntegra. Quero sentimentos cortados, apenas para desenvolvê-los por completo. Quero emoções fortes e despedaçadas, para remontá-las e revivê-las. Quero apenas o bastante para te fazer meu. Não quero o que será seu um dia, quero o que já foi há um tempo. Quero o que for válido não o que for resto. Quero o que for real, e pedaços de sua imaginação. 
Entenda que o quero em pedaços pois também sou um todo, um todo dividido em partes, que quando se unem não podem ser completas... Mesmo que sejam partes de um todo.
Talvez com tantas partes de um todo eu possa entender o sentido de completo.

3 de out. de 2013

572


572 dias.
572 sorrisos.
572 lágrimas.
572 beijos.
572 abraços.
572 problemas.
572 superações.
572 momentos.
572 histórias.
572 amassos.
572 travessuras.
572 verdades.
572 músicas.
572 bocejos.
572 olhares.
572 brigas.
572 longas conversas.
572 escolhas.
572 renúncias.
572 sonhos.
572 fotos.
572 amigos.
572 medos.
572 soluções.
572 piadas.
Nem a metade de engraçadas...
572 despedias.
572 chegadas.
572 emoções.
572 frases. Sendo a maioria pequena e repetida, mas que valem mais que 572 palavras.
Eu te amo, 572 vezes, o infinito.


30 de set. de 2013

Dreamming for free



"Everybody has a secret world inside of them. All of the people of the world, I mean everybody. No matter how dull and boring they are on the outside, inside them they've all got unimaginable, magnificent, wonderful, stupid, amazing worlds. Not just one world. Hundreds of them. Thousands maybe." 
Neil Gaiman.

25 de set. de 2013

O menino que escrevia versos

De que vale ter voz
 se só quando não falo é que me entendem?
 De que vale acordar
 se o que vivo é menos do que o que sonhei? (Versos do menino que fazia versos)


 - Ele escreve versos!
 Apontou o filho, como se entregasse criminoso na esquadra. O médico levantou os
olhos, por cima das lentes, com o esforço de alpinista em topo de montanha.
 - Há antecedentes na família?
 - Desculpe, doutor?
 O médico destrocou-se em tintins. Dona Serafina respondeu que não. O pai da
criança, mecânico de nascença e preguiçoso por destino, nunca espreitara uma página.
Lia motores, interpretava chaparias. Tratava-a bem, nunca lhe batera, mas a doçura mais
requintada que conseguira tinha sido em noite de núpcias:
 - Serafina, você hoje cheira a óleo Castrol.
 Ela hoje até se comove com a comparação: perfume de igual qualidade qual outra
mulher ousa sequer sonhar? Pobres que fossem esses dias, para ela, tinham sido lua-demel. Para ele, não fora senão período de rodagem. O filho fora confeccionado nesses
namoros de unha suja, restos de combustível manchando o lençol. E oleosas confissões
de amor. Tudo corria sem mais, a oficina mal dava para o pão e para a escola do miúdo.
Mas eis que começaram a aparecer, pelos recantos da casa, papéis rabiscados com
versos. O filho confessou, sem pestanejo, a autoria do feito.
 - São meus versos, sim.
 O pai logo sentenciara: havia que tirar o miúdo da escola. Aquilo era coisa de
estudos a mais, perigosos contágios, más companhias. Pois o rapaz, em vez de se lançar
no esfrega-refrega com as meninas, se acabrunhava nas penumbras e, pior ainda,
escrevia versos. O que se passava: mariquice intelectual? Ou carburador entupido,
avarias dessas que a vida do homem se queda em ponto morto?
 Dona Serafina defendeu o filho e os estudos. O pai, conformado, exigiu: então, ele
que fosse examinado.
 - O médico que faça revisão geral, parte mecânica, parte elétrica.
 Queria tudo. Que se afinasse o sangue, calibrasse os pulmões e, sobretudo, lhe
espreitassem o nível do óleo na figadeira. Houvesse que pagar por sobressalentes, não
importava. O que urgia era pôr cobro àquela vergonha familiar.
 Olhos baixos, o médico escutou tudo, sem deixar de escrevinhar num papel. Aviava
já a receita para poupança de tempo. Com enfado, o clínico se dirigiu ao menino:
 - Dói-te alguma coisa?
- Dói-me a vida, doutor.
 O doutor suspendeu a escrita. A resposta, sem dúvida, o surpreendera. Já Dona
Serafina aproveitava o momento: Está a ver, doutor? Está a ver? O médico voltou a
erguer os olhos e a enfrentar o miúdo:
 - E o que fazes quando te assaltam essas dores?
 - O que melhor sei fazer, excelência.
 - E o que é?
 - É sonhar.
 Serafina voltou à carga e desferiu uma chapada na nuca do filho. Não lembrava o
que o pai lhe dissera sobre os sonhos? Que fosse sonhar longe! Mas o filho reagiu:
longe, por quê? Perto, o sonho aleijaria alguém? O pai teria, sim, receio de sonho. E
riu--se, acarinhando o braço da mãe.
 O médico estranhou o miúdo. Custava a crer, visto a idade. Mas o moço, voz tímida,
foi-se anunciando. Que ele, modéstia apartada, inventara sonhos desses que já nem há,
só no antigamente, coisa de bradar à terra. Exemplificaria, para melhor crença. Mas nem
chegou a começar. O doutor o interrompeu:
 - Não tenho tempo, moço, isto aqui não é nenhuma clínica psiquiátrica.
 A mãe, em desespero, pediu clemência. O doutor que desse ao menos uma vista de
olhos pelo caderninho dos versos. A ver se ali catava o motivo de tão grave distúrbio.
Contrafeito, o médico aceitou e guardou o manuscrito na gaveta. A mãe que viesse na
próxima semana. E trouxesse o paciente.

 Na semana seguinte, foram os últimos a ser atendidos. O médico, sisudo,
taciturneou: o miúdo não teria, por acaso, mais versos? O menino não entendeu.
 - Não continuas a escrever?
 - Isto que faço não é escrever, doutor. Estou, sim, a viver. Tenho este pedaço de vida
- disse, apontando um novo caderninho - quase a meio.
 O médico chamou a mãe, à parte. Que aquilo era mais grave do que se poderia
pensar. O menino carecia de internamento urgente.
 - Não temos dinheiro, fungou a mãe entre soluços.
 - Não importa, respondeu o doutor.
 Que ele mesmo assumiria as despesas. E que seria ali mesmo, na sua clínica que o
menino seria sujeito a devido tratamento.


Hoje quem visita o consultório raramente encontra o médico. Manhãs e tardes ele se
senta num recanto do quarto de internamento do menino. Quem passa pode escutar a
voz pausada do filho do mecânico que vai lendo, verso a verso, o seu próprio coração.

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Esse é um dos versos de um livro chamado "O fio das missangas". 
Gostei tanto quando o li, que resolvi copiá-lo aqui. 
Caso queiram ler mais contos desse livro cliquem aqui
Espero que tenham gostado =) 

23 de set. de 2013

Ser

Ser eu.
Ser você.
Ser quem quer que queira
Ser.

Ser humano.
Ser real.
Ser quem faz bem.
Ser quem faz mal.

Ser da natureza.
Ser da mitologia.
Ser egocêntrico.
Ser egoísta.

Ser fatal.
Ser irônico.
Ser do mal.
Ser cômico.

Ser assim.
Ser assado.
Ser como é.
Ser imitado.

Ser falso.
Ser sincero.
Ser romano.
Ser romeno.

Ser pessoa.
Ser animal.
Ser da cidade.
Ser do litoral.

Ser estranho.
Ser normal.
Ser apenas
Ser, e tal...


19 de set. de 2013

Longe Demais

Deixei que coisas em minha vida fossem longe demais. Tristezas, lembranças e mentiras; deixei que coisas negativas me dominassem por certo tempo longe demais. Deixei que um sentimento de inutilidade falasse mais alto, deixei que minha consciência me culpasse por coisas que certamente não fiz por querer. Iludi a mim mesma por tanto tempo que me esqueci por alguns instantes quem eu era ou quem eu queria ser. Deixei-me levar por comentários de pessoas que nunca me entenderam, nem mesmo me conheceram ao todo. Ignorei meus problemas apenas para torná-los bolas de neve. Resolvi deixar pra lá coisas que eu sabia que me magoariam e me perseguiriam por toda minha vida. Construí pontes para lugares que não devia, e castelos em lugares que mal suportavam um casebre. Me senti perdida, me senti morta, me senti uma completa otária em meio a circunstâncias ridiculamente mal entendidas. Fui burra, cegamente permissiva, pensei em todos menos em mim. Deixei que meus medos me tomassem e me mudassem. Então, eu não era mais quem eu queria ser. Eu nunca fui quem eu sempre quis ser. Deixei pessoas persuadirem a mim, não ouvi as poucas pessoas que se importaram. Inventei justificativas sem fundamentos para erros de cálculos que cometi, e histórias que justificassem faltas em minha vida. Deixei que minha estupidez chegasse longe demais, deixei que meus sentimentos negativos fossem longe demais, deixei que a minha cegueira chegasse longe demais. Escondi do mundo quem eu realmente era apenas para não me sentir só. E agora que tudo já chegou tão longe quanto o limite permitiu, quero me esvaziar de mim e começar uma nova vida.
Não quero mais amigos que gostam de minha prestatividade sem saber quem realmente sou, não me esconderei mais atrás de pessoas com menos talento que eu apenas para fazer elas sentirem-se melhores. Todos e tudo deve voltar aos seus lugares. E é nisso que começo a trabalhar agora. Chega de coisas indo longe demais, tudo agora tem que ir até seu ponto limite e não passar dali. É isso que me imponho, essa é minha nova lei. E não importa o que digam, é minha vez de ser feliz.

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18 de set. de 2013

Fênix



Ressurjo das cinzas como uma velha fênix que após chegar aos seus dias mais pesarosos se desfez em chamas. Ressurjo para um novo dia, para uma nova vida, para novas histórias. Ressurjo de onde esperavam que saíssem os cantos mais fúnebres, com cânticos alegres e uma nova perspectiva. Sim, sou uma nova criatura. Curada pelo fogo que me destruiu, saída das cinzas que um dia era eu. E agora, cá estou eu voando novamente, sem medo de me incendiar e apenas me permitindo ser tão bela quanto a natureza me permite. Pronta para cair e me machucar novamente, porém desta vez sabendo que meu corpo não me pertence, sou apenas uma extensão da natureza e quando morrer de vez, finalmente serei livre e eterna em minha própria forma; pois que venham as pedras, as armadilhas e os inimigos, darei-lhes as boas-vindas em minha nova vida e acenarei para que tomem seus distintos lugares e me assistam mais uma vez, e agradecerei a eles ao fim de meu voo, afinal se estou aqui em parte eles tem mérito. Ressurjo mais uma vez, e desta vez, juro que não deixarei mais o mundo girar sem mim.


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Momento filosófico =D
Resumindo, voltei cambada! 

2 de set. de 2013

Comendo até o fim do mundo



Pois bem, por motivos pessoais a Meiry (A dona do blog) não postará nem tão cedo... Então, cá estou eu, saindo um pouco dos textos reflexivos para falar de... Comida!
Nada melhor que os pequenos prazeres da vida como comer e dormir não é?

Pra uma pessoa que mora sozinha e nem sempre tem muito tempo disponível pra ir às compras (de doritos e coca-cola), ou cozinhar algo decente (arroz, feijão e essas coisas que nossos pais nos obrigam a comer, tipo brócolis), é muito difícil achar algo pra comer em noites frias. Principalmente quando se acabou de chegar de um dia cheio na rua.
Então pra essas pessoas, que assim como eu, sofrem por causa de comida, vou postar hoje uma receita que tem salvado minha vida nas noites mais frias e nas tardes mais entediantes!

Bolo de caneca. Você já ouviu falar? (se não, se joga de um penhasco, cara!) É, como diria minha mãe, uma mão na roda! (nunca entendi isso...) Bolo de caneca é nada mais que um bolo em uma caneca! Simples assim. Não vá fazer um bolo de tabuleiro, cortar e por na caneca, hein! Pelo amor! A receita fica pronta em poucos minutos, se você tiver microondas...

Lá vai.

Ingredientes:
- Uma gema
- Duas colheres de achocolatado
- Duas colheres(sopa) de leite.
- Seis colheres(sopa) de leite condensado.
- Cinco colheres(sopa) de farinha de trigo (peneirada)
- Uma colher(chá) de margarina
- A clara de um ovo batida em neve.
- Uma colherzinha de fermento.

Modo de preparo:
Misture tudo, coloque em uma caneca e leve ao microondas por 3 minutos (temperatura máx.)

A decoração fica a seu gosto. Eu costumo fazer carinhas de acordo com meu humor usando M&Ms!


29 de ago. de 2013

Um na multidão


Lindos olhos. Lindos olhos me fitando. Olhos sorridentes, de um brilho intenso e real. Olhos como estrelas negras em um céu pálido. Olhos tão lindos quanto a voz. Voz bela e profunda. Voz que adentra os ouvidos e alegra o ser por onde quer que passe. Voz contente, contagiante, e calma. Voz sábia, que só se ergue em tom audível para dizer o que entende. Voz tão feliz quanto o sorriso. Sorriso que conforta, sorriso que consola, sorriso que acima de tudo, faz sorrir. Sorriso que comove, que move e deixa-se conter. Faz seu caminho silencioso até os olhos de quem vê. Às vezes se torna insano, mesmo sem saber. Sorriso que é moldura para um rosto que se recusa a sorrir e sorri sem perceber. Rosto delicado e forte. Rosto tão familiar e tão desconhecido... Rosto indiferente, sorridente e as vezes frio. Rosto cansado e resistente. Rosto normal, porém diferente. Rosto que sempre vejo, e que nem sempre me vê. Rosto que sumirá assim como apareceu, mas que dificilmente será esquecido como todos os outros pelos quais passo sem nem perceber...


23 de ago. de 2013

Reflexos


Já parou para se olhar no espelho? Quantas vezes por dia faz isso? Se espera que eu pergunte o que você vê espero não estar arruinando sua expectativa, mas não é essa a questão.
Espelhos são objetos que podem ser muito úteis. Em todos os sentidos. Eles refletem fielmente o que lhes é imposto. mostram-nos exatamente como estamos e como somos, então, nos deixa escolher se mudaremos algo ou não. Espelhos nos mostram reflexos de formas, cores e tudo quanto é possível que nossos olhos vejam. Mas eles não podem nos refletir por completo, afinal, há coisas que os olhos não enxergam. Para isso existem as pessoas que julgamos "inconvenientes". Aquelas chatas que cuidam da nossa vida o tempo inteiro e sempre estão dando opinião. Essas pessoas são nossos espelhos ambulantes. Que andam conosco e podem refletir exatamente o que causamos às pessoas, logo, se você é alguém chato há a possibilidade de achar todos chatos. Não só por serem seu espelho, mas também por você ser o espelho de todos.

Espelhos nos mostram o exterior de nós mesmos, pessoas nos mostram o reflexo de nossas ações, contudo, não há o que nos possa mostrar como somos por dentro. Seria bom, talvez, se pudéssemos virar os olhos para dentro de nós mesmos. Talvez assim enxergássemos nossa verdadeira essência. E se eu te perguntasse agora, como você é? E se alguém te perguntasse "Quem é você?" Para muitos é uma resposta fácil de responder, basta um nome e referencias. Mas eu te pergunto; quem realmente é você? Consegue me dizer em detalhes?
Uma menina chamada Anne, há alguns anos atrás, pôs em letras o que todos sentem. Como se nunca pudesse ser quem realmente é.
E eu te pergunto mais uma vez, quem realmente é você?
Há quem diga que somos quem queremos ser, que somos quem a nossa sociedade nos faz, ou até que somos quem o destino nos obriga a ser.
E eu apenas te pergunto, quem realmente é você?
Talvez seja normal achar muitas respostas, ao menos duas ou três. Alguém achou uma única forma para sua essência?
Talvez, o nosso amigo espelho e nossos amigos companheiros de passagem por essa estrada que chamamos de vida, nos possam ajudar. Ponha-se entre dos espelhos e veja quantos de você estão aí dentro, depois, basta apenas dar a eles espaço o bastante para que seus amigos comprovem tal existência.

Termino este post dizendo que Pessoas complexas têm Mentes complexas, e não há se quer uma pessoa que tenha sido criada para não ser assim.

21 de ago. de 2013

Time and Place


"Talvez ela apenas esteja perdida... Entre o espaço e o tempo, entre duas dimensões. Deixe-a em paz, e ela voltará para casa. Deixe-a pensar e ela alcançará a realização."


16 de ago. de 2013

Aceitação


É difícil encontrar alguém igual; igual a você, aos seus padrões, suas normalidades e anomalias, sua realidade. Poderia dizer até mesmo que é impossível. O normal é encontrar pessoas estranhas, pessoas que apenas julgam você por ser diferente do que chamam de "padrão real". Pessoas de outras culturas, com outros pensamentos e outros desejos, outros pontos de vistas. Algumas morrem por seus ideais, outras matam. Há pessoas de todos os tamanhos para todas as formas, pessoas inteligentes por esforço e também os ignorantes por escolha, pessoas felizes por oportunidade e as deprimidas por vontade própria, existem as que são simples assim e as complicadas "daquele jeito"! Tem pessoa que gosta de comer banana com comida e tem pessoa que acha nojento. Tem aqueles que gostam de preto e outros que atacam o preto dizendo que é a cor do mal. Muitas pessoas morrem dia após dia apenas por não terem nascido no "lugar certo". Pessoas fazem guerras em busca de paz, e protestos em busca de realização interior, sem ao menos perceber o quanto estão sendo injustas muitas vezes até consigo mesmas. É difícil encontrar alguém que lhe entenda e por isso as pessoas brigam e se distanciam. É improvável achar alguém que lhe faça sentir como quer se sentir e talvez seja por isso que as pessoas se sentem tão só. É difícil achar um amigo, uma amiga, que lhe diga sempre o certo a dizer. O que você quer ouvir. O que você quer que lhe digam. Ninguém é telepata. É complicado atender aos desejos mais escondidos de cada uma das pessoas que lhe cercam quando na verdade você também tem seus próprios desejos.
Aceitação. É apenas isso que torna tudo muito difícil, assim como poderia tornar tudo muito simples. Ninguém é perfeito e cada um tem sua própria realidade assim como sua própria fantasia. Até hoje só encontrei uma pessoa que conseguira se adaptar em cada realidade e fantasia proposta, com êxito, e mesmo assim, não é por isso que esta não precisa de aceitação. Todos precisamos, mas nenhum de nós dá o braço a torcer, afinal, é mais fácil ser aceito que aceitar.
Agora pense um pouquinho só, imagine se você é uma pobre menina órfã que perdeu os pais por sua crença e agora está prestes a perder sua própria vida... Não gostaria que o homem com o fuzil na mão, ou o que seja que vai tirar-lhe a vida, pensasse só um pouco em aceitar ao invés de ser aceito? Uma coisa é fato, essa história - que realmente se repete muitas vezes dia após dia - não é muito diferente de questões do dia a dia, onde você é o homem e a pobre menina ao mesmo tempo e está em diferentes situações. Alguns vão atirar em você, mas o que você fará?


12 de ago. de 2013

Desafio das 20 Invenções

Estou lançando hoje o D2I (Desafio 20 Invenções).
O desafio é concluir uma série de tarefas (chamadas de Quests) que são impostas. Cada tarefa deve ser concluída com a própria criatividade, ou seja, tudo é válido desde que tudo venha de você e ninguém mais. 
Quem se interessar é só pegar lá > Desafio
E postar em seu blog... E claro, cumprir as tarefas =)
Boa sorte aos interessados!

Que venham as ideias!


Desde o começo do ano estou em um curso de literatura estrangeira. Já aprendi sobre tantos autores e tantos livros que se eu fizesse uma resenha sobre cada o blog viraria literário! A cada aula que passa me sinto uma pessoa diferente, mais motivada, mais inteligente, menos mesquinha, menos imatura e mais criativa. Talvez seja estranho, talvez não faça sentido, mas foi num dia desses, numa dessas terças e quintas que cheguei em casa decidida; vou escrever um livro, foi o que eu disse. Há quem diga que escrever não vale a pena, ou que ninguém mais perde tempo lendo um livro de historinhas fantásticas; enfim, quem se importa com o que dizem não é mesmo?
Procurando nos meus HDs virtuais da vida achei um antigo projeto de livro meu e sinto que foi a primeira vez que vi algo que eu fiz e achei interessante... Então retornei a escrevê-lo.
Acredito que o maior problema dos escritores são os picos. Picos de criatividade, são eles quem decidem o que, como e quando vamos escrever. Sem criatividade não dá pra escrever algo que possamos considerar bom. Então temos que esperar um pico de criatividade para descobrir finalmente sobre o que escreveremos. Depois disso ainda precisamos conciliar a criatividade com a atualidade, outro problema talvez... De qualquer forma, que venham as ideias! Sejam boas ou ruins, sejam brutas ou lapidadas, sejam inteligentes ou idiotas, eu só quero as ideias. Que elas venham e encham minha mente e demorem para ir embora nem muito nem pouco, mas o suficiente. Que venham as ideias e os picos, pois se tem algo que eu quero fazer e vou fazer é escrever. Nem que seja a ultima coisa na vida, que venham as ideias!

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5 de ago. de 2013

Conhecendo o Blog - T.A.G

Peguei essa T.A.G no blog da Hadassa, Vivendo entre Aspas.

- Indicar 10 blogs para responder as 11 perguntas
- Os blogs devem ter poucos membros pois ajuda na divulgação.

1. Como escolheu o nome do blog?
Eu tava escutando uma musica da Florence e gostei da frase =)

2. Há quanto tempo se dedica ao blog?
Depende do sentido de se dedicar haha' posso dizer que desde o final do ano passado.

3. Já teve algum problema com comentários anônimos no blog, o que?
Não, ainda não Thanks God.

4. Pretende mudar algo no blog em 2013?
Já mudei tudo! haha

5. Já ficou sem inspiração para postar? Como superou isso?
Muitas vezes! Arrumei quem me ajude a ter ideias rs.

6. O que gosta de fazer quando está no computador?
Jogar, ler, ouvir musica, escrever e por aí vai...

7. Quantos livros você lê por mês?
Minha média ta aumentando de 1 para 2.

8. Quantos blogs visita todos os dias?
Depende do dia. Visito de 3 a 5 mais ou menos.

9. Qual blog visita todos os dias?
I simply e Traveller

10.  Há quanto tempo você está na blogosfera?
uns 3 anos...

11. Você se inspira em outro blog? Qual?
Muitas vezes no I simply da minha amiga Paty *-* Na verdade foi graças a ela que comecei a escrever e criei um blog. =)

Desculpem por não indicar blogs, mas quem quiser é só pegar =)

Desespero por reconhecimento


Quem não tem ou nunca teve medo de ser esquecido? De ser colocado de lado, de não ser reconhecido, de não ter significado nada durante uma vida inteira?
Medo de falhar, medo de estar em um segundo plano eterno, medo de não se destacar nunca e medo que ninguém perceba suas capacidades... Todos tem esses medos. Fazem parte da vida. Mas conforme o tempo passa o medo evolui, e de repente, surge um monstro chamado "desespero". Esse monstro que nunca foi retratado em contos de fadas faz parte da nossa vida quase-adulta e também da de muitos adultos e alguns mais velhos. Ao longo da vida existem muitos tipos de monstros diferentes e Desespero é apenas o nome de uma espécie. Essa espécie de monstro de desenvolve de formas diferentes. Existem as evoluções que se transformam em desespero por dinheiro, outras são desespero por amor, e existe aquela evolução que pode ser considerada uma das piores... O desespero por reconhecimento. Esse monstro é tão cruel e perseguidor... Tão silencioso que mal percebemos sua chegada.
Não queremos ser esquecidos, não queremos ser apagados da história, nem ser "lembrados" como apenas mais uma pessoa no mundo, que estava aqui até tão ainda agora e já não está mais. Todos queremos fazer algo especial, algo que possa nos marcar na história. Assim como William Shakespeare, Albert Einstein, ou Batman, queremos ser lembrados e relembrados ao longo da história. Queremos ser reconhecidos por nossas qualidades e talentos, não só por nossas falhas.  E assim nasce o desespero, ele nos mostro dia após dia como somos inúteis e como somos pequenos se comparados ao mundo, universo e tudo mais... São tantas pessoas iguais ou melhores que nós, tantos que ainda que melhores que nós acabam caindo no esquecimento. O desespero cresce junto conosco, conforme o tempo passa ele faz questão de nos mostrar que estamos ainda mais perto da morte e nada fizemos ainda que nos marcasse. Enfim, e no final? Quando tudo estiver acabado? Quem se lembrará se quer do planeta Terra quando tudo se for? Ao ouvir essas perguntas algumas pessoas se desesperam ainda mais, enquanto outras apenas param e pensam se realmente vale a pena ouvir ao desespero por reconhecimento ou se valeria mais apenas tentar ser feliz.
Você, qual das duas reações te domina mais rapidamente?

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31 de jul. de 2013

Manual de Sobrevivência: Apocalipse Zumbi (Começo)

Olá! Já ouviu a palavra de Jeová? (brincadeira)
Agora sério, estou começando uma série chamada “Manual de Sobrevivência” e como sugere o nome, nessa série irei narrar formas eficazes(ou não)de se sobreviver à várias coisas.
Peço (imploro, choro, rastejo, grito, soluço, ameaço até!) que, qualquer ideia ou sugestão para a série, me enviem um e-mail para >
aurora-s@hotmail.com.br ou comente ali embaixo.
Agora vamos ao que interessa…

Atenção! A partir dessa linha abaixo, a Alice formal que você conhece se despede para dar lugar à Alice sobrevivente!

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ATAQUE ZUMBI!
As pessoas estão correndo para todos os lados sem rumo e sem nem saber onde estão pisando.

Primeira coisa a se fazer:

Roube um Carro! Se estiver com um amigo, roube dois.
Não se importe com pai, mãe (não, com a mãe se importa sim.), tio, tia, papagaio, cachorro ou toddynho e coca cola! Isso vem depois… Apenas SAIA do meio da multidão. Mas não vá muito longe, ou você pode gastar muita gasolina. Assim que possível pare para procurar cabos, amarre um carro no outro como um reboque e para economizar gasolina, passe em um posto de gasolina encha o tanque dos dois carros e arraste um. Entendido? Usar apenas UM (1) carro! O outro é gasolina…

Segundo Passo:

Assalte uma loja de conveniencia longe da cidade. Aquelas no interior, onde não chega muita notícia sempre e onde provavelmente o povo ainda não chegou por causa da multidão e dos engarrafamentos. Não se preocupe se o Senhor Dono da Loja ligar para a polícia, o departamento de polícia já vai estar ocupado ou comendo rosquinhas e falando merdas, ou tentando matar mortos (sem sucesso).
Roubou o máximo que pode? Incluiu Água e não só coca-cola? Roubou pilhas? Baterias? Encheu os dois carros? Então vamos para o próximo passo…

Terceira coisa a se fazer:

Ache um “ferro-velho”! Exatamente, ache um lugar daqueles onde só tem tranqueira velha e inclusive pneus de carro bons! Recicle oito pneus e o resto você usará para fazer sua armadura.

Você vai precisar de:
2 pneus (um pra você e um pra o seu amigo)
2 facas grandes e afiadas (que aí ele pode ir te ajudando e acelerando as coisas)
2 fita isolante ou adesiva (preferível a pretinha)
8 revistas (4 para cada um)
2 panelas (ou capacetes SE conseguir achar)

Modo de preparo: Corra para o lugar mais escondido possível e comece cortanto os pneus. Você vai usá-los nos ombros para o caso de um zumbi te atacar por trás. Tire a camisa e com a fita isolante prenda bem os pneus cortados no ombro, coloque a camisa por cima. Você vai estar pronto para um jogo de futebol americano e para um zumbi zueiro que venha querer morder seu ombro por trás. Depois, enrole duas revistas em cada braço e prenda com a fita de novo (provou ser muito eficiente em “Guerra Mundial Z”). Coloque a panela na cabeça e apronte pra caramba, agora você é o menino maluquinho! (não)

O próximo passo pode ser o mais difícil ou o mais fácil, só depende de você.

Encontre mais pessoas que tenham feito todos os passos acima igual a você para juntos formarem um esquadrão anti-zumbi. Tendo em vista que, não vai rolar nenhum romance entre você e nenhum(a) integrante do grupo porque nunca dá certo (vide Lori) nem com nenhum zumbi, e caso aconteça de alguém precisar ser sacrificado SEM DRAMAS!
Junte seu grupo e nunca, repito, NUNCA se separem. A menos que precisem fazer uma expedição em busca de comida e água.
O grupo não terá um líder. Tudo será uma democracia. No caso de alguma dúvida, assista "Lord of Flies" e entenda o que acontece quando o desespero e a ditadura tomam conta.

Próximo passo: Encontre uma base secreta e tornem-se eremitas.

Após todos os passos acima serem completados, tenha paciência e calma, agora vem uma parte delicada...

Neste passo você vai precisar ser forte (literal e figurativamente falando). Lembra do departamento de polícia da cidadezinha do interior? Volte lá. Pela primeira vez, e sugiro ser a ultima também, separe o grupo em duplas ou trios. Cada dupla ou trio estará encarregada de achar um tipo de arma. Não menospreze as pistolas, se você é um gamer sabe que é mais fácil encontrar munição para elas que para as shotguns. Achem também machados, pás, facões, porretes, todo tipo de coisa que possa servir como esmagador de cérebro. Finalmente, se encontrem novamente com tudo que puderam reunir. Roube mais quantos carros puder e gasolina. Procure caixas de fósforos e NÃO ESQUEÇA de levar os coletes de proteção dos policiais. Agora vocês podem voltar para o conforto de seu cantinho e matar os zumbis.

Lembrem-se:

- Zumbis não vão se recuperar, não importa se é sua irmã mais nova, virou zumbi? Atira na cabeça!
- Não é recomendável pegar Aids, ainda não sabemos se a teoria apresentada em Guerra Mundial Z pode ser comprovada.
- Sexo só com camisinha (Siga os passos de Glenn e Maggie).
- Zumbis só morrem de vez com porrada na cabeça.
- E o mais importante: ISSO NÃO É UM TREINAMENTO!

PS.: Se puder roubar uma academia um tempo depois e colocar esteiras de frente para as portas e janelas de onde você estiver é uma boa técnica... Assim:





30 de jul. de 2013

Livre!


Finalmente posso dizer, Estou Livre!
Livre dos meus fantasmas, livre do meu passado, livre da minha culpa, livre do que me fazia sofrer. Já se sentiu livre assim? Como se de uma hora pra outra você pudesse até mesmo flutuar se quisesse? Como se não houvesse mais limites, nem dúvidas, nem mesmo arrependimentos?
Liberdade. Por muito tempo tentei entender o sentido dessa palavra, por muito tempo tentei acrescentá-la em meu dicionário, mas parecia tão longe... O que de fato seria a liberdade? Estudei esse semestre, em Literatura Britânica, um livro chamado "Man and Superman" de Shaw. O livro conta uma conversa entre Don Juan e o Diabo. Acho que seria uma peça... Mas enfim. Isso não é uma resenha, quero apenas comentar sobre uma frase simples e eficaz de Don Juan.

Atenção, a frase a seguir pode mudar seu modo de pensar!

" Estar no inferno é ser levado, estar no céu é guiar-se. "

Eu sei, eu sou meio boba, mas preste atenção por um minuto nesta frase. Vamos analisá-la com cautela... Todos nós somos levados por algo, todos nos deixamos levar por alguém. Sabe aquela história de "isso...? sério que você vai vestir isso?", que te faz mudar de ideia e até pensar que é estranho? Ou aquela história de "Você é doido! Ninguém pensa nisso!", que te faz sentir incompreendido e solitário? Isso é estar no inferno. O inferno é o lugar mais confortável que pode existir e já me justifico; o inferno é o lugar onde você não precisa fazer nada além de viver! Não precisa decidir o que vai falar, com quem vai andar, o que vai vestir ou comer! Não precisa pensar em coisas tristes nem fazer coisas difíceis, há alguém já encarregado disso. Os outros. Os outros são o mal. Acredito que a plaquinha de entrada do inferno seja "Bem Vindo à Mídia!" ou talvez "Entre e não saia nunca mais!", e talvez as pessoas nem percebam essas placas tão persuasivas e acabam caindo... Mas estar no céu, é bem melhor. Não estou vindo com nenhum papinho de "arrependei-vos e convertei-vos!" estou vindo com a realidade: Estar no céu é difícil, é complicado e problemático, mas é bom, agradável, reconfortante e é ser livre. Estar no céu é ser você, é não se importar com o que a mídia te mandar fazer, ou com o que seus amigos acham legal. Sei que vai ser uma comparação tosca mas é como a faculdade, você quer passar então sabe que tem que estudar, e mesmo que todos os seus amigos te chamem pra sair você se esforça e diz não porque precisa estudar. Confesso que pode ser uma confusão, assim como eu sou uma confusão, nem escrever um texto coerente eu consigo! Mas não tem nada mais feliz que ser quem guia sua própria vida. Se você quer ser livre você pode e deve tomar suas próprias decisões, pois isso é ser livre, isso é estar no céu.
Isso é mais um desabafo que um texto, mas bem... Já ta escrito, não vou apagar.

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Atenção! Este texto não foi escrito com a intenção de aumentar a rebeldia do seu filho!
kkkkk' E também não foi escrito com a intenção de fazer você discutir ainda mais com a sua mãe meu caro
(minha cara) rsrs.
E como eu sou uma pessoa livre (que devia ter nascido nos EUA), mudei o blog todo =3
gostaram? =)

15 de jul. de 2013

O Anexo Secreto e a jovem Anne Frank


O livro que começa com uma garota sorridente, vívida e apaixonante. O livro que termina com uma garota madura, sábia e profunda. O livro que descreve uma vida marcada pela guerra. O livro que é um manual sobre como ser otimista. O livro que nos mostra como a vida realmente é. O livro que defende o intelecto jovem. O livro que faz pensar em tudo. O livro que faz esquecer-se completamente os problemas. O livro que era um segredo. O livro é comovente do começo ao fim. O livro de Anne Frank, que começou como um simples diário em forma de cartas.

O diário de Anne Frank foi uma das obras mais tocantes que já li. Anne não foi uma menina comum, ela nasceu para ser reconhecida como é hoje, é uma pena que naquela época não a vissem assim...
Anne Frank começou a trocar cartas com Kitty (seu diário) em seu aniversário de 13 anos, quando ainda morava em uma casa confortável e comia comida de qualidade. Ela ainda vestia roupas bonitas e confortáveis, e dormia tranquila. Ela ainda era uma garota em seus afazeres diários, ia à escola, fazia os deveres, sonhava com seu futuro... Embora este ultimo ela tenha feito até o fim.
Anne se vê em uma total revira-volta ao ser "arrastada" por Hitler para o Anexo. Ela não esteve lá por sua própria vontade, ela esteve lá para sobreviver. No Anexo moravam duas famílias e um agregado. Os van Pels (citados no livro como van Daan), os Frank e Dussel (não lembro o nome real dele agora). O Anexo ficava em uma loja e os amigos que os ajudavam estavam sempre presentes para ajudá-los quando podiam. No Anexo Anne conheceu muitas coisas sobre a vida e sobre ela mesma, coisas que talvez em sua casa não teria descoberto. Anne descobriu o verdadeiro valor das coisas, descobriu o verdadeiro valor de si própria, ela reformulou e criou ideais, e o mais fascinante de tudo: Ela nos leva a descobrir tudo juntamente a ela.
Terminei de ler o livro no sábado enquanto estava em um trem cercada por pessoas que antes me pareciam apenas pessoas e depois se transformaram em possíveis esperanças para o mundo. É, eu chorei. Chorei e não tive vergonha disso. Ao pensar em tudo que tinha lido naquele pequeno e velho livro, não consegui conter as lágrimas. Ao perceber que estava de frente para o registro de uma vida que se transformava para melhor a cada dia, o registro de uma vida vivida e sofrida não só por uma menina mas por muitas outras que tiveram aquele mesmo fim até mesmo antes de 1944... Ao pensar em todas as vezes que reclamei da minha roupa, da comida, das pessoas, da minha sorte... 
Ao fim de todas as cartas eu li o que o destino reservou a cada um dos moradores do Anexo. Fico satisfeita por saber que ao menos cada um ali lutou até o fim, até onde puderam e como puderam. 
Foi uma das melhores leituras que já fiz... E à Anne Frank, onde quer que esteja, eu lhe desejo toda a paz que você sempre quis, o amor e a felicidade que te possa ter faltado. Suas palavras e sua mensagem estarão sempre comigo e tudo que posso fazer é lhe agradecer de todo meu coração. Obrigada
Uma voz dentro de mim soluça: "Veja só, isso que você virou. Está rodeada por opiniões negativas, olhares desanimados e zombeteiros, pessoas que não gostam de você, e tudo porque não escuta o conselho de sua metade melhor. Acredite, eu gostaria de escutar, mas não dá certo, porque se eu ficar quieta e séria, todo mundo acha que estou representando outro papel e tenho que me salvar com uma piada, e nem estou falando de minha própria família, que presume que devo estar doente, me enche de aspirinas e sedativos, sente meu pescoço e minha testa para ver se estou com febre, pergunta sobre os movimentos intestinais e me critica por estar mal-humorada, até que eu não aguento mais, porque quando todo mundo começa a me chatear, fico irritada, e depois triste, a parte má do lado de fora e a boa do lado de dentro, e tento achar um modo de me transformar no que gostaria de ser e no que poderia ser se... Se não houvesse mais ninguém no mundo.

11 de jul. de 2013

Personnellions Fics - Extensão

Para um melhor aproveitamento do blog e para evitar confusões entre fics e textos criamos uma extensão do blog apenas para fics.
Você pode ler nossas fics aqui: Personnellions Fics
Ou clicando no buton na barra lateral  >>
Estamos atualizando o blog Personnellions Fics com nossas fics mais antigas e também postando novas fics.
Se tiver sugestões ou pedidos para temas de histórias, sinta-se a vontade para escrever nos comentários ou nos enviar por e-mail para: aurora-s@hotmail.com.br

10 de jul. de 2013

Sinopse: Decifra-me


"Seja noite ou seja dia, seja inverno ou verão, desde o outono até a primavera, seja como for, onde for, ali está. Olhos brilhantes que me vigiam. Grandes braços que me envolvem. Mãos macias que acariciam meu rosto. Alguém. Em algum lugar em meio a escuridão. Posso sentir tua energia, posso sentir teu calor. Sei que está aí, mas por que não falas nada? Sinto-me em uma missão, a missão de te descobrir, e é como se também o quisesses... Posso ouvir-te sussurrar: Decifra-me."
Era pra ser apenas uma peça, mas não foi.



Por um país de verdade!


Desde o começo o Brasil não passou de uma confusão. Desde o começo o Brasil nunca recebeu um voto de confiança, nem mesmo de seus próprios colonizadores. Talvez tivesse sido melhor se os nossos índios tivessem sido livres para liderar sua terra como quisessem. Há muito tempo atrás Charles de Gaulle disse "O Brasil não é sério!", hoje em dia somos nós mesmos quem o dizemos. A diferença está no fato que Gaulle era um francês, sua nação era a França. E nós? Que desculpas usamos para só fazer afundar o nome da nossa pátria? Os salários baixos? A corrupção? A imoralidade? A violência? Poucas escolas? Poucos hospitais? Eu digo que, pra mim, o Brasil não é sério em questões muito mais profundas.
Reconhecem os ingleses como "Beowulf", mas na verdade os primeiros habitantes da ilha simplesmente a entregaram e se fizeram de servos para não comprar briga com a Roma. Reconhecem os grandes Estados Unidos como "o país onde tudo é possível", mas não levam em conta que o "tudo é possível" quem faz somos nós estrangeiros, que nos mudamos na esperança de crescer... Pra que?
O Brasil não é sério pelo fato de que os próprios brasileiros não o dão a chance de ser. Só sabem reclamar, só sabem ver as falhas. O que se faz para melhorar? Protestos? Pra que?  Eu digo apenas que, quem tem que mudar não são as leis e sim o povo brasileiro!
Gays não precisam de cura, precisam de exemplos de moralidade.
Pobres não precisam orar pra Deus ajudar, precisam estudar para ter uma esperança de vida melhor.
Políticos não precisam ser presos, precisam ver que o país pode e deve ser levado a sério.
Devemos trabalhar no/pelo nosso país, devemos lutar no/pelo nosso país, e não só tentar igualá-lo aos outros. Devemos criar o nosso país, um país único, exatamente como seu povo. E um país de verdade, do tipo que nenhum francesinho que perdeu a II Guerra Mundial por estupidez possa dizer "Esse país não é sério".
Olhe agora para nossa diversidade de raças, povos, culturas e lugares, acha mesmo que existe algum país que valha mais que esse nosso pequeno grande pedaço de terra?


9 de jul. de 2013

Mais de mim


Sendo mais eu e menos o que manda a sociedade, é assim que vou viver. Aprendendo a cada dia uma nova lição e aproveitando ao máximo o que posso. Não tenho todo tempo do mundo, e o mundo já é velho o bastante para se ter dúvidas sobre quanto tempo ainda lhe resta. Pode parecer revolta, mas na verdade apenas acordei para um tempo de "não deixe nada pra depois, não deixe o tempo passar" após um longo sono de "vivemos esperando, o dia em que seremos melhores..." porque todos sabem, não dormimos para sempre. Então se eu não sei quanto tempo ainda tenho, que eu dê mais de mim para tudo e todos que estão comigo nesse momento. São essas coisas, mesmo que pequenas, as mais importantes. E o resto? Ah... "tudo vira bosta!"

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Viva o Hoje! Vamos acordar e aproveitar a vida ao nosso
próprio modo povão!! ;)

8 de jul. de 2013

Voltando à ativa!


Antes de mais nada vou explicar que minha vida é muito corrida e por isso parei de postar por um tempo. Pronto, expliquei. rs.
Bem, estou aqui pra dizer que voltei há pouco tempo de viagem, mas voltei e estou viva e pronta para continuar os posts.
Logo volto a postar, e vou recomeçar escrevendo uma mini fic.
Enquanto eu não posto, fiquem aí com a trilha sonora que estou disponibilizando antecipadamente ;)











20 de mai. de 2013

Quem se importa?

Oi, eu sou uma garota de 17 anos. Estudo com 20 garotas de 17 anos e 16 garotos de 17 também. Na nossa escola existem mais 4 turmas como a nossa. Em nosso município existem aproximadamente mais 300 escolas como a nossa. Em nosso estado mais umas 1000. No nosso país existem cerca de 1.000.000 de escolas como a nossa, com turmas como a nossa, e pessoas como eu. No mundo em que vivemos existe ainda mais 1.000.000.000.000 dessas escolas. E no nosso sistema solar existem outros 6 planetas, alguns até 1000 vezes maior que o nosso. E temos um sol. Na nossa galáxia existem aproximadamente outros 1.000.000.000.000 de sois como o nosso. E em volta deles outros 8 planetas como os do nosso sistema. Em nosso universo, podem existir até 300.000 galáxias como a nossa. Com tantos ou mais sois que a nossa. Com tantos ou mais planetas como os do nosso sistema.
Agora, sabendo de toda essa imensidão em minha volta, eu me pergunto quem se importa?
Será que alguém, em algum lugar nesse vasto espaço, está se fazendo essa mesma pergunta agora?

Construções Indestrutíveis


Quando finalmente paro pra perceber quanto tempo se passou desde que eu atendia pelo meu próprio nome, tenho a infeliz e mais verdadeira sensação de que estou caindo. E acho que estou mesmo.
Caindo no abismo da dúvida, no medo, nas construções indestrutíveis que eu mesma criei e que agora, estão em ruínas. Por que não existe se quer uma coisa indestrutível que a si mesma não destrua no final.
Passei tempo demais me preocupando comigo mesma, com meus próprios sentimentos, com meu conhecimento limitado e meu mundo de faz de conta. Passei tempo demais criando coisas para mim mesma, para o meu próprio orgulho, e agora onde está tudo aquilo? E quem se importa? Perdi tanto tempo criando, sem nem saber pra que fui criada. O resultado foi a destruição de todas as pontes que criei, e a criação de um ciclo vicioso que só Deus sabe se um dia será quebrado. Tudo que me restou foi o que construí com a ajuda de outros, outros que eu julgava fracos e simples demais se comparados a mim. E no fim são apenas os mais sábios.
Embora eu saiba que devia começar parando de lamentar a vida que tenho, aqui estou eu de novo e de novo e outra vez, em um ciclo de altos e baixos como os de todos os outros seres humanos e apenas tentando me sentir superior.
Francamente... O que eu estava tentando fazer?

8 de mai. de 2013

O tempo e as mudanças


Lembra de quando você sonhava em ser bailarina? Um bombeiro ou policial que protegeria todos dos mal feitores... É, o tempo passa assim mesmo... Sem nem pedir. As vezes juramos pra nós mesmos que nunca vamos mudar, e quando nos olhamos no espelho mal reconhecemos quem nos tornamos. O tempo passa e nos obriga a mudar com ele, a vida vai passando e nos obrigando a crescer, ter responsabilidades, tomar decisões, fazer escolhas. A grande verdade, é que nunca sabemos quem somos, pois quando paramos pra responder essa pergunta pra quem quer que seja, percebemos que já se passou tanto tempo desde que éramos da maneira que nos descrevemos e não podemos mais fazer nada para mudar isso...











P.S. : Parando pra pensar em cada promessa que fiz a mim mesma, e não cumpri, precisei espalhar minha culpa. Talvez seja um defeito não conseguir se sentir culpada sozinha, mas eu me sinto bem com isso.

30 de abr. de 2013

Eterno é o que não se pode substituir



Você foge a vida toda, foge das lembranças e se esconde em um mundo de fantasia para afastá-las o máximo possível, não quer lembrar dele, nao quer lembrar daquelas pessoas que riram de você, muito menos de quem você é. Então você começa a trabalhar em sua realidade miserável. Você compra roupas novas e um novo estilo, corta o cabelo, muda de escola, faz novos amigos. Então começa a criar novas lembranças querendo desesperadamente que as antigas simplesmente não tenham mais espaço. Você compra mentos e coca-cola e detona uma bomba de gás de refrigerante na festa do seu amigo, faz as unhas da sua amiga enquanto conta sobre o filme que viu no ultimo fim de semana. Você escreve histórias para se distrair nas horas vagas, passa horas no telefone com um amigo que acabou de conhecer. Então você percebe que as coisas estão mudando. Você começa em um novo emprego, com toda sua empolgação ganha a atenção e admiração de muitos. Você briga com alguns amigos, mas toda amizade que se preze tem suas desavenças. Você se apaixona. Você faz planos e tudo acontece perfeitamente como esperado. Todos os seus fantasmas já se foram e você nem mesmo sente falta. Você ganha uma promoção no emprego, e decide ir morar com seu novo amor. Vocês viajam, tiram fotos engraçadas, misturam comida pra ver o gosto que fica, criam um mundo só de vocês. Vocês se casam e se mudam. Você diz "até a próxima" para seus amigos e segue sua vida, cria uma família e tudo que importa é como você é feliz. 
Então, um dia você acorda com lágrimas nos olhos, ao lado do amor da sua vida, se lamentando por algo que não se lembra. E é aí que você volta. Volta aos tempos de escola, e sente falta de seus antigos amigos. Você decide visitá-los e quando chega lá não há mais ninguém. Mas você se lembra daquelas tardes ensolaradas em que comeram sorvetes misturados até a cabeça doer, ou quando brincaram de queimado na praia. Se lembra de quando viraram as costas pra você e aquela pessoa apareceu. Você se lembra de tudo pois ali está, bem na sua frente. Lembra das risadas e das histórias. Então revê a vida que teve após tudo aquilo e apenas se pergunta como seria se tivesse ficado... 
Por mais feliz que tenha sido toda sua vida, por mais feliz que esteja, você não pode conter as lágrimas. Não é que você esteja se arrependendo da vida que teve você apenas sabe que aquilo nunca foi substituído de fato, por que tudo aquilo foi verdadeiro, e coisas verdadeiras são eternas. E você sabe, o que é eterno, não se pode substituir.



8 de abr. de 2013

Não clique no Link!



Eu avisei =(
O Viajante

Fantasmas e Dimensões

Fantasmas! Quem nunca ouviu falar deles?
Os seres que intrigam desde pessoas normais até cientistas e religiosos.
O básico que sabemos sobre fantasmas é:
São espíritos de pessoas que morreram
Alguns estão aqui apenas para pedir ajuda
Alguns estão aqui por que algo os prende
Atravessam paredes
Não se pode pegar
Não se pode tocar
Não têm um corpo físico.
Este é o básico.
Mas na realidade, este básico só serve para histórias e contos de terror.
Muitos lugares ao redor de todo o mundo foram abandonados ou interditados por causas dessas criaturas, esses seres de outro mundo que as vezes aparecem em fotos, videos, mas nunca estão certos de onde querem aparecer.
Casas assombradas, parques, prédios, florestas, cemitérios então é o que mais se teme.
Segundo a ciência, uma pessoa morta se decompõe e aquilo é o fim de sua vida.
Segundo o cristianismo, uma pessoa morta é apenas um corpo em decomposição pois seu espírito já seguira seu curso aguardando para o juízo final.
Segundo os espíritas (alguns, não vou generalizar), uma pessoa morta é também um corpo em decomposição porém sua alma voltará em algum outro corpo se aperfeiçoando até poder seguir sua jornada para o além.
Não entendo muito sobre religiões, mas cada uma delas tem bons motivos para defender suas ideias, o problema começa a partir de quando todas têm opiniões diferentes sobre a mesma coisa.
Juntando tudo isso, o que seriam os fantasmas?


Se prestarem bastante atenção nesse video acima, vão perceber sombras brancas passando de um lado para outro na floresta sendo filmada.
Esta floresta se encontra em Gettysburg, Pensilvânia e foi um campo de batalha em 1863 ( 1 - 3 de Julho ).
O que aparece nessa filmagem são supostos soldados andando sorrateiramente pelo campo de batalha, e este é o video mais polêmico entre estudiosos sobre o assunto.

Fantasmas existem, e eu mesma já os vi. Foi quando tirei minhas conclusões de adolescente que não tem mais o que fazer.


Levando em consideração as diversas dimensões e linhas temporais.

A cada escolha feita por nós uma nova dimensão é aberta onde nós não escolhemos, tomando assim um rumo totalmente diferente do que temos na dimensão em que vivemos e optamos por fazer.
E isso não é uma maluquice sem sentido, é possível, só não é o assunto em questão. rsrs.
Sendo assim, enquanto você lê este post, existem outros incontáveis "você" em outras dimensões fazendo outras coisas, talvez até mais interessantes. Em horários diferentes, lugares diferentes e etc.
Acredito que o caso dos fantasmas seja apenas uma ligação rápida. Como um bug no sistema de dimensões paralelas, onde uma é aberta fazendo com que duas se choquem consequentemente possibilitando que uma dimensão veja por poucos segundos partes da outra.
Fantasmas são isso. Pessoas em outras dimensões. As vezes alguém que já morreu nesta, mas tomou um caminho diferente em outra e está esperando por um ônibus em uma estrada, ou chegando em casa após um dia de trabalho. Talvez essas pessoas não possam te ver como você as vê. Talvez possam. Nunca saberemos, nem há como imaginar uma resposta pra isso, mas esta é uma teoria que validaria não só a existência dos fantasmas, mas também de seres como por exemplo ou Doppelgangers.


Doppelgangers são os fantasmas de pessoas vivas.
Se você achava que fantasmas eram apenas pessoas mortas, você acaba de subir um level, eles também tem formas de pessoas vivas.
Dizem que se uma pessoa vê seu doppelganger, que é uma espécie de sósia ou clone fantasmagórico, está com muita má sorte. Relacionam eles à fatos que podem ocorrer, ou não, enquanto eles podem simplesmente ser pobres coitados como vocês, apenas em outras dimensões.

Não vejo outras explicações lógicas que encaixem tão bem. Então, é nisso que acredito. Fantasmas existem, só não são da maneira que os fazem parecer.

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original em: Dentes e Dentadas

Eu achei uma teoria bem interessante '.'
e vocês?

21 de mar. de 2013

17 # Carta para alguém da sua infância


Olá sr. Panda!
Mal consigo escrever esta carta sem lágrimas nos olhos. O pior de tudo é que mal consigo contê-las. Ah ainda tem coisa pior; eu não quero contê-las!
Você foi tudo pra mim por todo esse tempo. Não houve se quer uma experiencia que eu tenha passado sem você. Comecei um namoro, terminei, comecei outro, noivei e agora... Agora esse adeus sem aviso prévio...
É difícil suportar isso de uma hora pra outra. Você viu o meu primeiro dia de aula, de trabalho, me ajudou a estudar para as provas de redação, me ajudou a superar problemas insuperáveis e achar soluções para problemas impossíveis. E agora? O que faço sem você? Por que me acostumou tão mal se sabia que seria assim no fim?
Kid, minha criança irritante, você foi o melhor conselheiro que já tive. E não importa o quão mais velho que você seja, você sempre vai parecer uma criança... Das chatas! haha
Eu gostava quando ia pra algum lugar na chuva e você ficava falando que eu ia ficar gripada e com pneumonia e ia morrer antes dos 20, virgem e sem amigos. Eu te mandava ir se ferrar, mas eu adorava sua preocupação. Gostava da sua presença, seu jeito protetor. Você foi meu apoio quando mais precisei e eu só tenho a te agradecer.
"Risos, choros, brincadeiras, brigas, brigadeiros... Eu prefiro cajuzinhos!" Você é um chato! Eu gostava da sua risada, e você simplesmente se recusa a rir pra mim agora?
Bem, eu não sei pra onde está indo... Talvez eu fosse atrás se soubesse...Mas com certeza sei que não é em vão... De qualquer forma, você é um desgraçadinho! Seu chato!
Tenho chorado muito, sinto sua falta todos os dias...
Hoje quando você apareceu eu quase saltei de alegria... Se soubesse como fiquei feliz por ouvir sua voz de novo... Mas... Foi a ultima vez.
Não sou a boa no conselho aqui, mas amigo, se sair do Brasil... Vai pra Paris.
Eu te amo demais meu ruivo bobo e chato. Você sempre foi e sempre será o melhor amigo do mundo.
Espero te ver algum dia de novo... Por que a distancia não me fará te esquecer, apenas querer lembrar mais ainda de cada momento.
bjs, da sua protegida Mey.

14 de mar. de 2013

Fallingwater


Comecei esse ano uma nova fase no meu curso de inglês, e uma das matérias que estou estudando se chama "linguagem". Nesse curso nós lidamos principalmente com textos e o texto de hoje me chamou a atenção. Foi sobre uma casa muito interessante, construída na Pensilvânia por Frank Lloyd Wright em 1935. A casa é interessante por vários fatos, mas principalmente por ter sido construída bem em cima de uma cachoeira, o que não deve ter sido fácil de se imaginar e produzir no ano de 35 penso eu.
Segue o artigo da aula de hoje:


"Fallingwater é reconhecida como um dos mais únicos e inovadores trabalhos da arquitetura da America do século XX. Seu design foi criado pelo arquiteto Frank Lloyd Wright em 1935, esta bela casa no oeste da Pensilvânia é na verdade construída em uma cachoeira. Wright construiu a casa sobre uma cachoeira ancorando-a em uma pedra próxima à queda com "uma bandeja de concreto", que imita a forma natural das bordas de rochas. Como resultado, a casa parece ser suspensa sobre a cachoeira com as cascatas logo em baixo.
Wright tomou muito cuidado em manter a Fallingwater em harmonia com a natureza ligando a casa aos seus arredores. Ele pôs largas janelas em muitas paredes da casa para que a brisa e o som da água pudesse passar através da casa sem obstáculos. Wright também propôs cobrir a construção com a textura "gold leaf"  para imitar as cores das folhas secas e então conectar a casa à mudança das estações e passagem do tempo.
Além disso ele adicionou um número de terraços onde as pessoas poderiam aproveitar o ar do vale arborizado.

Hoje, Fallingwater está aberta para o público com seus originais cenários, mobílias e obras de arte intactas."

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Eu traduzi o artigo de um "cloze" que recebi para fazer no curso, espero que dê pra entender essa minha tradução... rs.
That's all folks!


PS.: devo trazer mais artigos assim do curso, to ficando culta rsrs.

11 de mar. de 2013

Sobre momentos...



É engraçado a forma como cada ser humano possui valores completamente distintos. Estamos em um mundo dominado pelo desejo do sucesso, impulsionado pelo capitalismo, e alimentado pelo consumismo. Se tornou um desejo quase que generalizado se formar, exercer uma profissão de sucesso, e enriquecer. O problema é que isso na maioria das vezes não tem haver com orgulho próprio, mais sim com a vontade de ser valorizado pela sociedade.

Buscam isso, e somente isso como se isso fosse te tornar eterno, como se adquirir todo o conhecimento e riqueza do mundo em busca de reconhecimento fizesse uma marca na historia do universo em que todos se lembrarão de você. Se preocupa em excesso com a aparência, se está bonito ou não. O problema é que o tempo passa, e as coisas mudam organicamente ao decorrer dos anos.

Não tente aquilo que vai apenas alimentar seu ego, aquilo que está na moda, ou que seus pais lhe disseram para seguir, tudo o que fizer eventualmente será esquecido, e você terá vivido uma vida infeliz.
Não estou dizendo para não tentar ser um empresário de sucesso, ou um artista famoso, temos vários exemplos de pessoas que seguiram suas carreiras e literalmente serão sempre lembrados, Renato Russo, Cazuza e recentemente o Chorão, isso citando apenas Brasileiros nessa enorme lista. A diferença é que eles buscavam reconhecimento próprio, tentavam ser melhores não pros outros, mais para si mesmo, sabiam que tinha algo errado e decidiram ser diferentes e o melhor de tudo, queriam de verdade fazer tudo aquilo.
Fizeram o que achavam divertido, o que se sentiam bem, o que lhes aproximavam de amigos e lhes traziam ótimas lembranças, e como consequência marcaram eternamente gerações, formaram caráter de tanta gente, e esse é apenas um exemplo.

O que quero dizer,  é que devemos parar e aproveitar melhor a vida da forma que achar correto, sem se importar com terceiros. Seguir o que tiver vontade de seguir, e aproveitar todas as oportunidades de ser feliz, pois o melhor da vida são esses momentos. Você irá inspirar outros com seu próprio jeito de ser, e um dia chegará ao ponto em que vai dizer “Estou exatamente onde queria estar” e com certeza vai perceber, que mesmo após chegar a esse ponto, ainda terá muito o que fazer... pois a vida não para, e nos surpreende a cada dia.

        O Viajante.